sábado, 9 de julho de 2016
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É impressionante como rapidamente ganhou corpo e força a pré-candidatura de Gilberto Aroso (PRB) em Paço do Lumiar. Desde que o ex-prefeito confirmou que vai mesmo disputar a Prefeitura de Paço do Lumiar foram várias adesões.

Neste sábado (09), o PP ficou muito próximo de oficializar apoio a Gilberto Aroso. Entretanto, enquanto o PP não oficializa a aliança, um membro do partido de Paço do Lumiar confirmou que estará ao lado de Gilberto Aroso nessa caminhada.

O ex-vereador e ex-secretário de Cultura de Paço do Lumiar na gestão Josemar Sobreiro, Fernando Muniz, declarou apoio a pré-candidatura de Gilberto. No encontro, que pode ter sido o pontapé inicial para a aliança do PP com Gilberto Aroso, o deputado federal e presidente do PP no Maranhão, André Fufuca, também participou.

Além disso, Gilberto Aroso também teve a confirmação de mais duas adesões importantes, o presidente do PSL de Paço do Lumiar, Adi Fonseca e o presidente da comissão provisória do PSDC de Paço do Lumiar, França, também irão somar na campanha.

Se o PP oficializar apoio a pré-candidatura de Gilberto Aroso será o sexto partido, já que além do PP e PRB, estarão com ele o PMDB, PMN, PROS e DEM, Gilberto Aroso segue dialogando e novas adesões podem acontecer ou serem oficializadas nos próximos dias.
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Em Ação Civil Pública proposta nesta quinta-feira, 7, contra o Estado do Maranhão, o Ministério Público do Maranhão requer que a Justiça determine a imediata interdição da rodoviária de São Luís. A ação foi proposta pelos promotores de justiça Cláudio Alberto Gabriel Guimarães, titular da 2ª Promotoria de Justiça Especializada no Controle Externo da Atividade Policial, e Márcia Lima Buhatem, titular da Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos Fundamentais e que responde pela 6ª Promotoria de Justiça Militar.

Em junho deste ano, o presidente da Agência Estadual de Transporte e Mobilidade Urbana (MOB), José Artur Cabral, apresentou representação à Promotoria do Controle Externo da Atividade Policial, pedindo providências quanto à ocorrência de delitos e de atos contrários à moral e aos bons costumes que estariam acontecendo no Terminal Rodoviário de São Luís. O documento cita, ainda, a inércia dos órgãos responsáveis pela fiscalização do local (Polícias Civil e Militar, Corpo de Bombeiros e Vigilância Sanitária).

Em sua apuração, a Promotoria verificou também que a empresa atualmente responsável pelo espaço “está administrando o terminal rodoviário de maneira ilegal, vez que não existe nenhum instrumento legal em vigor que autorize a exercer tal atividade”. Foi notado, ainda, que a limpeza e manutenção do terminal são precárias.

Um laudo do Corpo de Bombeiros aponta deficiências nos sistemas de combate a incêndios, iluminação de emergência, sinalização de segurança, extintores de incêndio e sistema de proteção contra descargas atmosféricas (para-raios), entre outras.

“Chega-se à conclusão que a edificação não apresenta as condições mínimas de segurança exigidas por lei para o seu funcionamento, portanto, faz-se urgente e necessária uma ação emergencial para o cumprimento de todas as exigências expostas, sob ameaça de se pôr em risco a vida de várias pessoas que por ali passam e exercem suas atividades no Terminal Rodoviário”, observam os autores da ação.

INTERDIÇÃO

Diante do problema, o Ministério Público requer a imediata interdição do Terminal Rodoviário de São Luís para que o Estado do Maranhão recupere e providencie o cumprimento das providências apontadas pelo Grupamento de Atividades Técnicas do Corpo de Bombeiros no prazo máximo de 60 dias. Somente após assegurada a integridade física dos usuários da rodoviária a corporação poderá emitir o seu Certificado de Aprovação.

Foi pedido, ainda, que a administradora seja retirada imediatamente da administração do terminal, com a realização, em caráter de urgência, de licitação para a contratação de empresa que administre a rodoviária de São Luís. Para o caso de descumprimento da decisão, o Ministério Público requer a aplicação de multa diária de R$ 1 mil.


Infratores podem ser multados em R$ 85,13. Em 2015, 1.139 pessoas morreram atropeladas nas estradas.




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A partir desta sexta-feira (8) passou a ser obrigatório dirigir com o farol baixo ligado mesmo durante o dia nas rodovias de todo o Brasil. É uma questão de segurança.

Foi um dia de sol em São Paulo, mas os motoristas tiveram que se comportar como se dirigissem à noite.

Muita gente se lembrou na última hora que a partir desta sexta-feira (8), nas estradas de todo o país, os carros precisam trafegar com os faróis baixos acesos. É lei.

Após 13 quilômetros numa estrada é que foi encontrado o primeiro aviso para os motoristas. E olha que nem todos prestaram atenção.

A multa para quem esquecer da nova regra é de R$ 85,13, além de quatro pontos na carteira.

Faltou atenção. Os motoristas tinham que acender os faróis baixos, que têm luz forte, e não a lanterna, que não ilumina. Por isso é proibido. Farol de neblina também não pode.

O Denatran autorizou a luz de LED forte, separada da lente dos faróis, mas o LED interno, bem fraquinho, não pode, dá multa.

A fiscalização não vai ser feita com uso dos radares fotográficos. O motorista que se esquecer de acender os faróis do carro só vai ser multado se for parado numa blitz ou passar por um policial. E não precisa parar o carro. A Policia Rodoviária espera que haja adesão, assim como aconteceu com o cinto de segurança, quando o uso virou lei. Acender os faróis na estrada pode salvar vidas.

Em 2015, 1.139 pessoas morreram atropeladas nas estradas.

“Usar os faróis baixos ligados durante o dia ou as luzes de rodagem diurnas proporciona a esse veículo uma visibilidade muito maior tanto para os outros veículos como para os pedestres e ciclistas”, explica Ricardo de Paula, chefe da delegacia da Polícia Rodoviária Federal.

Paulo Schor, oftalmologista, explica por quê: “Quando existe uma luz lateral, nós olhamos e aí nós conseguimos ver os detalhes, porque nós estimulamos células retinianas, que não estão no centrinho da visão, que estão na periferia e que são facilmente estimuladas. São células, por exemplo, que enxergam melhor no escuro do que no claro, que é exatamente essa situação”.

Na estrada, passou um táxi todo apagado. O taxista voltou para se explicar. “Vou colocar uma etiquetinha bem no meio da minha direção e no canto do vidro: ‘Não esqueça de acender o farol’. Vou ter que ter uma consciência para não poder acontecer isso”, disse o taxista Mário Gomes.

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