terça-feira, 12 de julho de 2016
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O presidente da Assembleia Legislativa do Maranhão, deputado Humberto Coutinho (PDT), vai assumir o governo do Estado, interinamente, na próxima semana. O governador Flávio Dino (PCdoB) se afastará por motivos ainda não divulgados.

O vice-governador Carlos Brandão (PSDB) não poderá assumir o governo, pois estará em missão na China.

No Legislativo, o deputado estadual Othelino Neto (PCdoB) assumirá a presidência do Legislativo, interinamente, por três dias consequentemente.
Prefeito da cidade foi alertado que operação da Polícia Federal tinha por objetivo prendê-lo por supostos desvio de verba federal.

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havia deflagrado, nas primeiras horas da manhã desta terça-feira 12, uma operação no Maranhão paralela à Lilliput, que prendeu o megaempresário Antonio Barbosa Alencar, do Grupo Dimensão, e auditores fiscais da Receita Federal.

O desespero, segundo moradores do município, teria se dado por conta do nome da outra operação da PF, batizada de Cupinzeiro, ter sido relacionada ao apelido dado por populares ao prefeito da cidade, Gil Cutrim (PDT), por conta de sua má de sua administração: Gil Cupim. O apelido, segundo os populares, foi criado em analogia aos prejuízos econômicos causados pelo pedetista aos cofres da Prefeitura de São José de Ribamar, corroído como a madeira e outros materiais celulósicos quando mastigados pelos insetos isópteros.

Filho do ex-presidente do Tribunal de Contas do Estado (TCE), conselheiro Edmar Serra Cutrim, o pedetista teria sido alertado por aliados que os federais haviam deflagrado a operação para prendê-lo, preventivamente, por conta de supostos desvios de verbas federais de obras inacabadas - e até fantasmas - no município.

Após o corre-corre para dar fim a alguns documentos e esconder alguns veículos e outros bens de luxo, um dos assessores do prefeito informou que a operação, embora no Maranhão, nada tinha a ver com a gestão de Cutrim, mas com o objetivo de combater um esquema criminoso de transporte de madeira ilegal, inclusive com a participação de agentes públicos, daí ter sido batizada de Cupinzeiro.

As informações são do atual7.com


Seu Enoque, de 94 anos, fraturou a bacia e estava sendo levado a São Luís para realizar exames no momento do assalto.

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Um caso violento e curioso aconteceu na manhã desta segunda-feira (11), em São Luís. Bandidos realizaram um assalto dentro de uma ambulância quando ela entrava na capital maranhense pela BR-135. Enoque, de 94 anos fraturou a bacia e precisou ser levado às pressas para São Luís. O caso ganhou repercussão na edição do Bom Dia Brasil desta terça-feira (12).

Uma das filhas de Seu Enoque, Maria Gomes, que acompanhava o pai durante a viagem contou que os bandidos levaram o celular e trezentos reais que ela havia levado para passar a rápida temporada na capital. O motorista da ambulância também foi assaltado e dele foram levados dinheiro, celular e documentos.

Ele contou também que os criminosos foram muito violentos com o idoso que estava sendo transportado. Segundo o motorista, os bandidos estavam com um facão e ameaçavam ferir Seu Enoque caso não entregássem os objetos de valor e o dinheiro.

"[o suspeito] Pôs o facão e perguntou: ou você me entrega o celular agora ou eu vou cortar o pescoço dele aqui. Aí ela [a filha] pegou e deu o celular", relatou.

A ambulância foi parada em um posto da Polícia Rodoviária Federal (PRF) onde são realizadas barreiras policiais com frequência. A PRF diz que no trecho da BR onde ocorreu o caso, muitos outros assaltos são registrados, mas é a primeira vez que se registra um assalto a ambulância.
"Eu achava que dentro de uma ambulância nós estávamos seguros. Não estão respeitando nem mesmo a ambulância com um doente", desabafou Maria Gomes.

A Secretaria de Segurança Pública disse que o patrulhamento na BR-135 é de responsabilidade da Polícia Rodoviária Federal e que apenas ajuda a fazer o policiamento. Segundo a Secretaria de Saúde, Seu Enoque já foi atendido e aguarda resultado dos exames.
Bandidos usaram armadilhas feitas com pedaço de madeira e pregos (Foto: Reprodução/TV Globo)

Bandidos usaram armadilhas feitas com pedaço de madeira e pregos (Foto: Reprodução/TV Globo)

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A Polícia Federal revelou há pouco, em entrevista coletiva, que a Operação Lilliput, desencadeada junto ao Ministério Público Federal (MPF), que o empresário Antonio Barbosa de Alencar, da Dimensão Engenharia, pagou de uma só vez, a auditores fiscais, propina no valor de R$ 2 milhões.

Segundo a PF, o pagamento de propina ocorreu depois de ele ter sido flagrado sonegando impostos à Receita Federal.

As informações foram repassadas à imprensa pelo delegado da PF Max Ribeiro. Ele explicou, contudo, que essa não foi a única propina paga pelo empresário.

Na semana passada, segundo o delegado, um dos auditores ainda chegou a receber mais R$ 300 mil.

A prisão do empresário foi decretada pelo juiz federal Magno Linhares, da 2ª Vara da Justiça Federal no Maranhão. Ele também determinou sequestro de bens e valores dos investigados e das empresas deles.
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Barbosa da Dimensão é preso pela PF por pagar propina a auditores da Receita.






Em 2014, PF levou documentos da Dimensão Engenharia




O empresário Antonio Barbosa Alencar, o Barbosa, proprietário da Dimensão Engenharia, foi preso hoje (12) pela Polícia Federal, em São Luís.

Auditores da Receita Federal também são alvo de uma nova operação dos federais, batizada de Lilliput.

A ação conjunta contou com a participação da Receita Federal do Brasil e do Ministério Público Federal. No total, foram cumpridos 9 mandados de prisão temporária, 11 de condução coercitiva e 22 de busca e apreensão.

Além de Antônio Barbosa, foram presos Antônio Alves Neto, Osmir Torres Neto, Arivaldo Silva Braga, Alan Fialho Gandra, Alan Fialho Gandra Filho, Maria das Graças Coelho Almeida, José Roosevelt Pereira Bastos Filho e Dário Jacob Bezerra.

Há ainda 13 mandados de prisão em aberto.

Segundo a Polícia Federal, o empresário foi flagrado sonegando impostos federais e, quando fiscalizado pela Receita Federal, pagou propina aos auditores.

“Informe policial apontou que auditores fiscais, durante ação de fiscalização em obras de empresas de construção civil componentes de um importante grupo de empresas desta capital, teriam detectado irregularidades que estariam dando ensejo à diminuição ou supressão de tributo federal (contribuição previdenciária) e, uma vez noticiado o fato ao proprietário da empresa alvo da fiscalização, este teria ofertado aos auditores vantagem econômica indevida para que a ação fiscalizadora fosse protelada o máximo possível”, diz a PF em nota.

Segundo o órgão, a ação se estendeu a vários empreendimentos da construtora e houve, de fato, protelação às fiscalizações.

“Durante a investigação foi possível verificar que realmente se empreendeu ritmo protelatório às fiscalizações em face das empresas, concorrendo decisivamente quando da lavratura dos autos de infração para que elevada parcela do crédito tenha sido atingida pela intencional decadência, e tendo ainda providenciado em grande porção do crédito fiscal a ocorrência dolosa de vícios no lançamento de tributos, tudo, visando a possibilitar ao empresário, ao final, o recolhimento aos cofres da União de valor bem inferior ao efetivamente devido”, completa o comunicado oficial.

Lilliput

A PF explicou porque deu o nome de Lilliput à operação:

Lilliput é uma ilha fictícia do romance As Viagens de Gulliver, de Jonathan Swift.

O tamanho diminuto dos liliputianos corresponde a sentido figurado empregado pelo autor do texto e que representa a pequenez de valores daqueles que viviam em constante guerra por futilidades.

A escolha do nome Operação Lilliput é uma referência ao principal objetivo da organização criminosa investigada: a obtenção de vantagem econômica a qualquer custo, mesmo que mediante a corrupção de agentes públicos.

Outra investigação

Barbosa já é alvo de outra investigação, desencadeada em 2014 por meio da Operação Cartago, por suposta participação num esquema que pode ter desviado R$ 500 milhões da Caixa Econômica Federal (reveja).


 
deputados

Na tarde desta segunda-feira (11), uma comitiva de deputados federais e estaduais esteve visitando in loco a interminável obra da duplicação da BR-135. A visita dos parlamentares foi motivada por mais uma tragédia na “rodovia da morte” e pela demora para conclusão dos trabalhos.

Na comitiva estavam presentes os deputados federais Juscelino Filho (DEM) – coordenador da Bancada Federal, Aluísio Mendes (PTN), Weverton Rocha (PDT), Rubens Júnior (PCdoB), Hildo Rocha (PMDB), Alberto Filho (PMDB) e João Marcelo (PMDB) e os deputados estaduais Eduardo Braide (PMN) Zé Inácio (PT), Wellington do Curso (PP) e Júnior Verde(PRB). Eles foram acompanhados por representantes do DNIT e vistoriaram o trecho entre o Estreito dos Mosquitos e Bacabeira.

A duplicação na rodovia foi anunciada em 2010 e era para ter sido entregue em dezembro de 2014, mas até o momento não foi concluída.

A ideia é que a classe política toda unida possa pressionar o Governo Federal para que, enfim, a duplicação, no seu primeiro trecho, seja concluída e entregue.

É aguardar e conferir.

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