sábado, 30 de julho de 2016
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Com as dependências da Batuque Brasil lotada, foi realizada na manhã deste sábado (30), a convenção do Partido Democrático Trabalhista (PDT) para o lançamento da candidatura à reeleição do prefeito Edivaldo Holanda Júnior. O evento contou com a participação dos presidentes das 14 legendas coligadas e ainda de filiados, militantes, simpatizantes, lideranças políticas e religiosas, e comunidade em geral.

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O ato político foi iniciado com a fala dos pré-candidatos a vereador apontando a gestão responsável do prefeito Edivaldo e o bom trabalho que o pedetista vem fazendo por São Luís.

O presidente da Câmara Municipal, vereador Astro de Ogum (PR), também reconheceu o bom trabalho que vem sendo desenvolvido por Edivaldo e garantiu comprometimento no projeto de reeleição. ”Não estive com Edivaldo na campanha passada. Foi convivendo, acompanhando as suas ações, que foi possível fazer essa grande aliança. Acredito no trabalho dele, nessa agenda positiva. Ao longo desses três anos e meio, ele tem feito um trabalho de acertos”, destacou.

Em seguida, discursaram os presidentes e representantes dos partidos PDT, PSD, PROS, PSDC, PSL, PCdoB, PTC, PTB, DEM, PRP, PEN, PSC, PRB e PT. Eles pregaram a união de forças em favor de Edivaldo, como forma de dar continuidade ao desenvolvimento da cidade.

Para o presidente do Partido Ecológico Nacional (PEN), Jota Pinto, o deputado federal Weverton Rocha foi o grande responsável pela composição em torno do projeto de reeleição de Edivaldo. “Parabenizo Weverton, que ajudou a construir esse grande momento político para o povo de São Luís. Estamos inteiros, de corpo e alma, em prol dessa reeleição. É pra frente que se anda, com o prefeito da gente, Edivaldo Holanda Júnior”, declarou.

Na ocasião, o presidente do PDT, deputado Weverton, falou do cumprimento de um bloco de tarefas na consolidação do prefeito Edivaldo. Para Weverton, a primeira tarefa cumprida por Edivaldo foi restabelecer a harmonia entre a prefeitura e o governo do estado, depois de dois anos de ausência total do governo anterior. Segundo, fazer uma grande aliança política capaz de reunir partidos do campo político de esquerda, com outros campos que, inclusive, não participaram da coligação vitoriosa de 2014, no Maranhão. Por último, foi construir, através de muito trabalho, um grande momento para se chegar até a convenção.

“O nosso prefeito, há um ano, quando se filiou ao PDT, muitos diziam que, talvez, nem candidato ele seria, porque naquele momento a sua adversária tinha quatro vezes mais o índice de pesquisa. O Edivaldo nunca parou para olhar notícias de instituto. Ele focou a sua gestão no trabalho em prol de melhores condições para o nosso povo, e é por isso que ele chega em primeiro lugar nas pesquisas, já na convenção da sua candidatura. A partir de agora, vestimos a camisa do 12, que é a camisa do Jackson Lago, do Neiva Moreira, do Brizola e da militância aguerrida que luta a favor da nossa cidade”, ressaltou.

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O prefeito Edivaldo Holanda Júnior, recepcionado com muita festa e aos gritos de “Avante” foi quem encerrou o ato político. Seu discurso foi recheado de suas muitas ações realizadas na atual administração. Edivaldo falou, também, das dificuldades em reorganizar a prefeitura.

“Diante de um cenário caótico, assumimos uma prefeitura com muitas dívidas e que devia, inclusive, folha de servidores públicos. Partimos para organizar a casa, fazendo um bom planejamento. Dialogar com a sociedade, dialogar com a comunidade, era a mudança desse primeiro dia, que se implementou passo a passo. E começamos a colher os frutos do que foi planejado, com obras espalhadas em vários cantos da cidade, com a parceria do governador Flávio Dino”, disse o gestor municipal.

Edivaldo finalizou o seu pronunciamento falando da sua expectativa positiva para as eleições de 2016. “São Luís não pode parar. O trabalho tem que continuar. Vocês são os nossos soldados. Todos de mãos dadas, caminhando, cada vez mais, para fazer desta cidade, uma cidade muito melhor. Vamos à luta, vamos à vitória”, reforçou.
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O Partido Republicano Brasileiro (PRB), vai realizar no dia 31 de julho, domingo, a sua Convenção Municipal. A solenidade está sendo organizada pela Comissão Executiva do Partido. O início está previsto para as 14h, no Prédio localizado na Av. principal, 100 próximo a Rádio União FM, em Raposa.

A comissão organizadora está convidando autoridades, filiados, profissionais nas diversas áreas e também a comunidade em Geral para participar da solenidade. Na ocasião, serão formalizadas as candidaturas a prefeito, vice e vereadores pelo partido e aliados.
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Eles são suspeitos de tentar comprar o silêncio de ex-diretor da Petrobras. Denúncia foi aceita pela 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília.

O juiz Ricardo Leite, da 10ª Vara da Justiça Federal de Brasília, aceitou denúncia apresentada pelo Ministério Público e transformou em réus o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-senador Delcídio do Amaral (sem partido-MS), o ex-chefe de gabinete de Delcídio Diogo Ferreira, o banqueiro André Esteves, o advogado Edson Ribeiro, o pecuarista José Carlos Bumlai e o filho dele, Maurício Bumlai. Eles são acusados de tentar obstruir a Justiça tentando comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras Nestor Cerveró.

A denúncia foi apresentada ao Supremo Tribunal Federal (STF) no começo deste ano, mas o ministro Teori Zavascki, relator dos processos da Lava Jato na Corte, determinou que fosse enviada para a Justiça Federal de Brasília depois que Delcídio foi cassado no Senado e perdeu o foro privilegiado.

Na ocasião em que Delcídio deixou de ser senador, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, pediu ao Supremo que o processo fosse enviado para o juiz federal Sérgio Moro, responsável pelos processos da Lava Jato na primeira instância, por entender que havia conexão dos fatos com o esquema de corrupção que agia na Petrobras.

Janot ponderou que, parte dos denunciados, como José Carlos Bumlai e o filho dele, Maurício Bumlai, e o próprio Cerveró já são alvos de processo no Paraná. Advogados de defesa dos acusados, no entanto, contestaram o pedido de envio ao Paraná.

O banqueiro André Esteves, um dos denunciados, argumentou que o suposto crime foi cometido em Brasília. Já o ex-presidente Lula afirmou que o caso deveria ir para Justiça Federal de São Paulo porque fatos narrados ocorreram naquele estado.

O ministro Teori Zavascki reconheceu que o que permitia que o inquérito seguisse no Supremo era o foro privilegiado de Delcídio. Mas, depois que ele foi cassado, o caso deveria continuar na primeira instância, frisou o ministro.
Mas ele entendeu que o próprio Supremo já decidiu que não há a chamada “prevenção” para o que não se referir especificamente à corrupção na estatal. Segundo o ministro, a definição do juízo que deve tocar o caso deve ser feita conforme o local onde o crime foi cometido.

Conforme o ministro, os delitos ocorreram no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Brasília, “com preponderância desta última porque onde desempenhava o ex-parlamentar sua necessária atividade”.

Teori Zavascki também frisou que foi em Brasília que o filho de Cerveró, Bernardo, gravou a conversa que deu origem à descoberta da trama.

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