sábado, 13 de agosto de 2016

Brasil vence a Colômbia por 2 a 0 e se classifica para a semifinal da Olimpíada no futebol masculino.


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Neymar e Luan fizeram os gols da vitória da seleção brasileira, que enfrenta Honduras na semi.


A seleção brasileira de futebol venceu por 2 a 0 a Colômbia e carimbou, neste sábado (13), o passaporte para a seminfinal dos Jogos Olímpicos Rio 2016.

Na partida das quartas de final, de falta, o primeiro a marcar foi Neymar, aos 12 minutos do primeiro tempo. Depois, foi a vez de Luan balançar a rede na Arena Corinthians, em São Paulo, aos 38 minutos do segundo tempo.

Semifinal

O próximo adversário do Brasil, já na fase semifinal olímpica será Honduras. O jogo será quarta-feira (17), às 13h, no Maracanã. A partida será em busca da segunda final consecutiva, já que em 2012 o Brasil perdeu para o México e ficou com a prata. A outra semifinal será disputada entre Alemanha e Nigéria, às 16h. Os vencedores se enfrentarão na decisão de sábado (20), também no Rio de Janeiro.

Jogadas violentas

A partida foi marcada por jogadas violentas da equipe colombiana, especialmente em cima do capitão brasileiro Neymar. Aos 40 minutos do primeiro tempo, jogadores das duas equipes protagonizaram uma briga em campo e o camisa 10 brasileiro levou um cartão amarelo por uma falta violenta em Roa. Na sequência, o colombiano Wilmar Barrios foi quem levou cartão amarelo por atingir Neymar.

Já no final do primeiro tempo, o craque do Brasil foi agredido outras duas vezes e, na última, Preciado também foi punido com cartão amarelo.

Uniforme

Pela primeira vez nestes Jogos Olímpicos Rio 2016, a seleção brasileira masculina entrou em campo de camisa amarela, shorts e meiões brancos. Os jogadores vinham usando, até agora, calções azuis.


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A decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), tomada na quarta-feira (10), segundo a qual é exclusivamente da Câmara Municipal a competência para julgar as contas de governo e as contas de gestão dos prefeitos, deve beneficiar nada menos que 1.322 fichas sujas em potencial no Maranhão.

Explica-se: na segunda-feira (15) o Tribunal de Contas do Estado (TCE) do Maranhão encaminhará ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Maranhão uma lista com 3.242 processos referentes aos julgamentos com reprovações de contas referentes a 1.322 gestores.

Pela regra que vigia até a semana passada, os responsáveis por essas contas tinham grandes chances de ser considerados ficha sujas pela Justiça Eleitoral e ficar fora de disputas eleitorais.

Ocorre que, segundo o entendimento do plenário do STF, ao Tribunal de Contas cabe apenas auxiliar o Poder Legislativo municipal no julgamento de contas, emitindo parecer prévio e opinativo, que somente poderá ser derrubado por decisão de 2/3 dos vereadores.

Assim, a já famosa lista de fichas sujas dos TCEs e do TCU não vale mais de nada sem antes passar pelo crivo dos parlamentares municipais.

“Além de esvaziar, em grande medida, as competências constitucionais dos Tribunais de Contas, no que se refere a aplicação de sanções e determinação de ressarcimento aos Prefeitos, a decisão do STF fere de morte a Lei da Ficha Limpa”, avalia do TCE-MA, em nota oficial emitida nesta semana.
Marta perde pênalti, mas Bárbara pega duas cobranças e leva Brasil à semifinal. 

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Após 0 a 0 em 120 minutos, seleção garante a classificação com 7 a 6 nas penalidades; decisão por uma vaga na final será na terça-feira, no Maracanã.

Foi no sufoco, na raça e nos pênaltis, mas não teve Mineiraço dessa vez. A Seleção Brasileira feminina bateu a Austrália por 7 a 6 nas penalidades e está classificado para as semifinais dos Jogos Olímpicos.

O jogo marcou o retorno do Brasil ao estádio de Belo Horizonte pouco mais de dois anos depois do fatídico 7 a 1. Além disso, o adversário era também o algoz de 2015, ocasião em que eliminaram as atletas de Vadão na Copa do Mundo. Para garantir a vitória, não faltou torcida. As meninas do Brasil contaram com um Mineirão totalmente lotado que tentou incentivou, gritou, aplaudiu, cantou o hino, vaiou e até xigou a árbitra.

Dentro de campo, as jogadoras demoraram a se encontrar e não viveram suas melhores noites. Displicentes e pouco inspiradas, abusaram dos erros de finalizações e deram ares muito dramáticos ao jogo, mas que terminou com a vitória suada no final do jogo.

Austrália fez jogo duro e começa melhor

Diferente dos primeiros jogos, as meninas não começaram o jogo com aquele futebol envolvente antes visto. Dispersa em alguns momentos, a equipe não conseguia imprimir velocidade e nem marcar com eficiência, muito por causa da boa postura adversária. O primeiro grande susto saiu aos 15 minutos, na tentativa de cruzamento de Catley que foi em direção ao gol e por pouco não encobre a goleira Barbara. A resposta brasileira saiu no lance seguinte, com o chute fora da área de Debinha, bem espalmado por Williams.

Com muitas dificuldades para sair jogando, o Brasil ainda bateu cabeça e quase sofreu com o chute cruzado de Simon (aquela mesma, algoz no Mundial de 2015). A melhora de produção só aconteceu depois de meia hora. Porém, além de esbarrar na boa marcação australiana, o time brasileiro não contou com tanta qualidade no setor ofensivo, carente de mais inspiração de Marta, Bia e Andressa. Antes do intervalo, Debinha ainda teve outra chance de ouro, mas jogou por cima sua finalização e manteve a justiça no primeiro tempo com a igualdade no marcador.

Brasil melhora, goleira faz milagre e jogo vai para a prorrogação

A intensidade que faltava chegou no segundo tempo. No ataque, o coletivo funcionou melhor, com toques de bola mais eficientes e variações das jogadas. A zagueira Kennedy chegou a tirar um gol de Bia dentro da pequena área. Debinha e Andressa ainda tiveram outras ótimas chances para marcar, mas a pontaria descalibrada. Nos 20 minutos finais, o cenário foi de intensa pressão brasileira, incluindo um milagre da goleira Williams. Mas isso não significou novos sustos para a torcida. O sistema defensivo do Brasil seguiu displicente e sofreu com os contra-ataques. Em um deles, Logarzo chutou de fora e carimbou o travessão de Bárbara. No último minuto, um novo ataque brasileiro quase fez o Mineirão explodir de alegria, mas o corte providencial dentro da pequena área (quase gerando um gol contra) levou a partida para a prorrogação.

Nova pressão não dá certo e jogo vai para os pênaltis

Visivelmente cansadas, as meninas tentaram de todas as formas marcarem o gol que lhe dariam a classificação histórica. Nos dois tempos da prorrogação, não faltou pressão. Cobranças de falta, jogadas aéreas e chutes em longa distância. Nada que tirasse o desfecho nos pênaltis do caminho brasileiro.

Marta desperdiça cobrança, mas Bárbara coloca o Brasil na semi

Depois de um jogo inteiro de imensa emoção, não faltou drama na hora de cobrar os pênaltis. Andressa Alves, Andressinha, Bia e Rafaelle marcaram para o Brasil. Knight, Laura Alleway, Van Egmond e Polkinghorne igualaram para a Austrália. Quando Marta desperdiçou sua cobrança, tudo parecia perdido. Mas então a goleira Bárbara pegou o chute de Katrina Gorry. Nas alternadas, Debinha, Mônica e Tamires converteram. Michelle Heyman e Logarzo também. Chegou então a vez de Alanna Kennedy, a zagueira que evitou dois ótimos lances. Desta vez, a defensora não conseguiu evitar. Bárbara cresceu de novo abaixo das traves e garantiu a vitória. 7 a 6 nos pênaltis e Brasil nas semifinais.

BRASIL 0 (7) x 0 (6) AUSTRÁLIA

Motivo: Quartas de final, futebol feminino

Data/Hora: 12/08/2016, às 22h

Local: Mineirão, em Belo Horizonte (MG)

Árbitra: Carol Anne Chenard (CAN)

GOLS: Andressa Alves, Andressinha, Bia, Rafaelle, Debinha, Mônica e Tamires marcaram para o Brasil. Marta errou. Knight, Laura Alleway, Van Egmond, Polkinghorne, Michelle Heyman e Logarzo converteram para a Austrália. Katrina Gorry e Alanna Kennedy erraram.

Cartões amarelos: Tamires, Marta, Andressa Alves (BRA); Laura Alleway, Foord, Alanna Kennedy (AUS)

Cartão vermelho: Não teve.

Público: Não divulgado.

BRASIL: Bárbara; Fabiana (Poliana - 15'2ºT), Mônica, Rafaelle e Tamires; Formiga, Thaisa (Andressinha - 14'2ºT pro.), Marta e Andressa Alves; Debinha e Beatriz. Técnico: Vadão.

AUSTRÁLIA: Lydia Williams; Laura Alleway, Stephanie Catley (Chloe Logarzo - 19'1ºT), Alanna Kennedy; Gorry, Elise Knight, Van Egmond e Samantha Kerr (Larissa Crummer - 14'1ºT pro.); Simon (Michelle Heyman - 14'2ºT), Foord e Lisa de Vanna (Polkinghorne - 29'2ºT). Técnico: Alen Stajcic.
FABIO

Na Sabatina O Estado o vereador Fábio Câmara (PMDB), que vai disputar a Prefeitura de São Luís, falou a respeito do legado deixado pelo seu partido durante as gestões de peemedebistas no governo estadual. Câmara foi o quinto entrevistado. Na segunda­-feira, será a vez da candidata do PSTU, Cláudia Durans.

Fábio Câmara durante a apresentação dos motivos que o levaram a querer ser prefeito de São Luís disse que seu partido, o PMDB, foi o responsável pelas maiores obras que existem na capital maranhense.

Segundo ele, o PMDB tem um legado na cidade. “Basta tirar a Lagoa da Jansen, Tire o aeroporto, o Porto do Itaqui. Tire a Avenida Litorânea e os elevados da cidade. O que resta? Nada. Esse é o legado do PMDB feito durante o tempo que membros peemedebistas comandaram o estado”, afirmou Câmara.

Além dessa área de infraestrutura, o vereador resgatou ainda o legado deixado pelo PMDB na área da Cultura.

Sem ataques – Ao contrário do Fábio Câmara ativo e com tom elevado na tribuna da Câmara dos Vereadores, o candidato Fábio Câmara reduziu seu ritmo e preferiu a apresentação de propostas a apontar falhas na gestão de seu adversário, o prefeito de São Luís Edivaldo Júnior.

Crítico ácido do gestor municipal, Fábio Câmara chegou a garantir durante a entrevista que acreditava no que disse Edivaldo Júnior sobre a implantação do VLT quando este foi entrevistado na Sabatina O Estado.

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