quarta-feira, 5 de outubro de 2016
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O prefeito de São Luís e candidato à reeleição, Edivaldo Holanda Junior (PDT), esteve na tarde desta quarta-feira (05), no bairro da Vila Nova, onde participou de mais uma mega caminhada “Todos com Edivaldo”. Ao lado do vice na chapa da coligação “Pra Seguir em Frente”, Júlio Pinheiro (PCdoB), ele aproveitou para ratificar que vai avançar ainda mais em ações, a fim de continuar melhorando a educação dos ludovicenses.

Uma multidão de pessoas aguardavam a chegada de Edivaldo, desde às 16h, na Rua Campo (atrás do ponto final dos ônibus da Vila Nova), local de concentração do ato de campanha, que contou com a presença de militantes, simpatizantes e muitos moradores de vários bairros da área do Itaqui-Bacanga (Anjo da Guarda, Fumacê, Bomfim, Vila Embratel, Bacanga, Vila São Luís, Vila Isabel, Vila Bacanga, Mauro Fecury I e Cidade Nova).

“Agradeço o carinho dos moradores da Vila Nova e do Itaqui-Bacanga por mais esta recepção. Com o voto de cada morador, neste segundo, daremos continuidade ao nosso trabalho. Na segunda etapa do nosso planejamento, teremos todas as escolas reformadas, com segurança 24 horas e ar condicionado nas salas de aula”, destacou Edivaldo.

O vice na chapa da coligação “Pra Seguir em Frente” (PDT, PCdoB, DEM, PROS PTB, PSC, PRB, PTC, PEN, PR, PT e PSL) disse que está confiante na vitória no segundo turno, porque a população sabe que é o melhor para São Luís. “Aqui Na área do Itaqui-Bacanga, Edivaldo obteve mais de 28 mil votos (48,97%), uma das mais expressivas de São Luís, sozinho contra oito adversários. Agora a tendência é ampliarmos, porque a receptividade nos bairros, dos moradores, segue aumentando”, frisou Júlio Pinheiro, que é morador do Anjo da Guarda.

Para a comerciária Andrezza Leite, o trabalho realizado pelo prefeito Edivaldo no período de sua gestão o qualifica para ser reeleito. “Não dá pra apostar num candidato que desconhecemos. Edivaldo, apesar das dificuldades, mostrou trabalho e, sinceramente, acredito que vai fazer mais por nós. Temos que deixar ele acabar o que iniciou”, enfatizou.

Além de correligionários, militantes e moradores; marcaram presença no evento de campanha o deputado estadual Zé Inácio (PT), o vereador eleito Marcelo Poeta (PCdoB); os presidentes municipais do PTC, Manoel Lima, do PT, Fernando Magalhães e do PSC, Israel Ferreira.

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Braide – Já o candidato a prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PMN), realizou uma grande caminhada nesta quarta-feira, nos bairros Liberdade, Camboa e Fé em Deus. Cumprimentado pelos moradores, o candidato agradeceu no segundo turno das eleições municipais.

“Eu precisava voltar aqui e agradecer a todos pela expressiva votação, por terem acreditado junto comigo que São Luís tem jeito!”, afirmou Eduardo Braide.

Durante a caminhada, a educação foi pauta das reivindicações por parte dos moradores. “ Eu votei nele! Tivemos duas greves, nenhum aumento, nossas escolas estão péssimas, o atual prefeito está fracassando a nossa educação”, declarou a professora Sandra Maria.
[caption id="attachment_2080" align="alignnone" width="632"]União do prefeito Léo Costa(PDT) e o ex-prefeito Albérico(PMDB), foi a derrota de Amicar(PCdoB) União do prefeito Léo Costa(PDT) e o ex-prefeito Albérico(PMDB), foi a derrota de Amicar(PCdoB)[/caption]

Eleito mais uma vez prefeito de Barreirinhas, Albérico Filho (PMDB) postou mensagem de agradecimento, em sua página no Facebook, aos eleitores que o reconduziram ao cargo. O peemedebista prometeu fazer uma gestão marcada pela transparência. “Manterei o povo informado de todas as decisões importantes”, adiantou.

Albérico Filho obteve uma vitória consagradora sobre o principal adversário, Dr. Amílcar (PCdoB), apoiado pelo governador Flávio Dino (PCdoB), que barrou a candidatura á reeleição do prefeito Léo Costa (PDT), por meio de uma manobra orquestrada com o deputado federal Weverton Rocha, cacique pedetista no Maranhão.

Albérico obteve 18.7417 votos, contra 15.226 de Amílcar. A eleição majoritária em Barreirinhas teve outros quatro candidatos: Dr. Branco (PEN), Joab (PP), Vicente (PSOL) e Theo Barros (PTdoB). Todos tiveram desempenho fraco e obtiveram 396, 255, 67 e 43 votos, respectivamente.

[caption id="attachment_2081" align="alignnone" width="336"]Albérico diz que campanha vitoriosa foi experiência inesquecível Albérico diz que campanha vitoriosa foi experiência inesquecível[/caption]

Abaixo, a mensagem de Albérico:

Minhas amigas e Meus amigos:

Passamos por uma experiência inesquecível.

Esta campanha eleitoral mostrou e provou o compromisso do nosso povo com o bem estar coletivo e com a perspectiva de dias melhores para o nosso município.

Quero agradecer a participação de cada criança de cada cidadã de cada cidadão, quero agradecer o voto consciente de cada eleitor, reafirmando meu compromisso com uma administração voltada para a melhoria da qualidade de vida do nosso povo.

Vou fazer isso com a participação de todos e com transparência, os mantendo informados de todas as decisões importantes, já a partir de agora, ao longo dos preparativos para a nossa gestão.

Obrigado, BARREIRINHAS!

Greve dos bancários completa 30 dias e é a maior desde 2004.


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Clientes reclamam de dificuldades para sacar FGTS e seguro-desemprego. No ano passado, a paralisação da categoria durou 21 dias.

A greve dos bancários completa 30 dias nesta quarta-feira (5). É a maior paralisação da categoria desde 2004, segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT). Até o dia anterior, a paralisação fechou 13.104 agências e 44 centros administrativos, o que representa 55% do total de agências de todo o Brasil.

O dia em que foi registrado o maior número de agências fechadas foi 27 de setembro, quando 13.449 fecharam as portas.

Historicamente, a greve mais longa da categoria foi em 1951. Durou 69 dias e resultou na criação do dia dos bancários.

Desta vez, a greve entra no seu segundo mês. Os bancos e os bancários não conseguem chegar a um acordo sobre o dissídio da categoria. Uma nova reunião de negociação foi agendada para esta quarta-feira, em São Paulo.

Os bancários pedem a reposição da inflação do período mais 5% de aumento real (totalizando 14,78% de reajuste), valorização do piso salarial - no valor do salário mínimo calculado pelo Dieese (R$ 3.940,24 em junho) e PLR de três salários mais R$ 8.317,90.

Antes do início da greve, no dia 29 de agosto, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) propôs reajuste de 6,5%. Duas novas propostas foram apresentadas depois do início da paralisação, nos dias 9 e 28 de setembro, de reajuste de 7%. Todas foram rejeitadas pelos bancários, que decidiram manter a greve por tempo indeterminado.

Transtorno
A paralisação tem causado problemas para quem precisa fazer operações bancárias. Algumas situações não podem ser resolvidas em canais de autoatendimento e outros recursos alternativos.

Veja como pagar contas durante a greve dos bancários






























































































GREVES ANTERIORES
2011Duração21 dias
Reajuste pedido pelos bancários12,8%
Reajuste conseguido após negociação com os bancos9%
Inflação do ano anterior5,91%
2012Duração9 dias
Reajuste pedido pelos bancários10,25%
Reajuste conseguido após negociação com os bancos7,50%
Inflação do ano anterior6,5%
2013Duração23 dias
Reajuste pedido pelos bancários11,93%
Reajuste conseguido após negociação com os bancos8%
Inflação do ano anterior5,84%
2014Duração7 dias
Reajuste pedido pelos bancários12,5%
Reajuste conseguido após negociação com os bancos8,5%
Inflação do ano anterior5,91%
2015Duração21 dias
Reajuste pedido pelos bancários16%
Reajuste conseguido após negociação com os bancos10%
Inflação do ano anterior6,41%


Esse é o caso da dona de casa Claudia Erika Silva da Cruz, 23 anos, de Caraguatatuba(SP). Seu marido trabalhava como frentista em um posto de gasolina, mas foi dispensado e não consegue sacar o seguro-desemprego. “Quando ele foi dar entrada no seguro-desemprego, teve que abrir uma conta na Caixa. Só que o cartão não chegou e deram um provisório”, relata. “[Sem o cartão definitivo] Ele tinha que sacar na agência em que ele abriu a conta, em São Sebastião. O primeiro mês deu para sacar. O segundo não, porque entrou em greve, não deu para fazer mais nada”, diz. “E o cartão não chegou.”

O casal tem uma filha de 8 meses, e o benefício é atualmente a única fonte de renda da família. “Meu marido está fazendo uns bicos, mas com bicos não dá para contar”, reclama Erika.

Valdenir Jose de Sousa, de São Paulo, está desempregado há um mês e não consegue sacar o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e dar entrada no seguro-desemprego. “A gente liga na ouvidoria e ninguém passa informação nenhuma. Já venceu o aluguel, tem [fatura do] cartão de crédito dia 8. O dinheiro que eu tinha sobrando já foi todo”, preocupa-se.

Com bancários em greve, veja como ficam os saques do FGTS

Em Maceió, o auxiliar de serviços gerais Isac de Lima, de 23 anos, não consegue receber seu salário porque está sem o cartão da sua agência. Ele disse que o cartão chegou antes do início da greve, mas não conseguiu buscar.

"Faz tempo que estou tentando receber e não consigo. Só estou podendo sacar dentro da agência e não recebi os dois últimos salários por isso. É complicado porque tenho filho para criar e a situação está difícil."

Resposta dos bancários
O secretário de Imprensa da Contraf, Gerson Carlos Pereira, reconhece os transtornos causados pela paralisação, mas afirma que a greve é a única forma de a categoria buscar um reajuste que considera justo. “A gente pede desculpas para esse povo que está sofrendo nesses 30 dias, mas a gente também pede a compreensão deles”, diz.

“Ninguém gosta de fazer greve. Mas a população tem que entender também que somos pais de família, nós pagamos nossas contas também. Então nós precisamos também ter um salário justo", diz Pereira.

Alternativas
A Febraban lembra que os clientes podem usar os caixas eletrônicos para agendamento e pagamento de contas (desde que não vencidas), saques, depósitos, emissão de folhas de cheques, transferências e saques de benefícios sociais.

Nos correspondentes bancários (postos dos Correios, casas lotéricas e supermercados), é possível também pagar contas e faturas de concessionárias de serviços públicos, sacar dinheiro e benefícios e fazer depósitos, entre outros serviços.

O G1 procurou o Banco Central para questionar o impacto da paralisação sobre serviços bancários. Segundo o BC, os dados das operações no mês de setembro, quando foi iniciada a greve, serão publicados somente no final de outubro.

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