sábado, 5 de novembro de 2016
No confronto direto entre os dois piores times do Campeonato Brasileiro Série B, realizado neste sábado, o Joinville conseguiu um resultado impressionante ao ganhar do Sampaio Corrêa, por 2 a 1. Nem o apoio da torcida na Arena Castelão salvou os maranhenses, que saíram à frente com gol de Edgar Can no primeiro tempo, mas viram Danrlei e Aldair sacramentarem a virada no final do duelo, válido pela 34ª rodada.
Com o resultado, os donos da casa continuam com 27 pontos e veem o sonho de permanecer na Segundona praticamente ir embora. Já o Tricolor, agora 18º colocado, chegaram a 33 pontos e ganharam muita confiança para buscar uma reação histórica. O primeiro time fora da degola é o Oeste, com 35 pontos e que tem um jogo a menos.
Pela próxima rodada, os Bolivianos voltam a campo nesta terça-feira, visitando o Bahia na Arena Fonte Nova. No mesmo dia, o JEC realiza um confronto direto com o Bragantino, em Santa Catarina.
O jogo – Neste verdadeiro confronto dos desesperados, foi o Sampaio quem buscou controlar as ações do jogo nos minutos iniciais. Mantendo a posse de bola e sempre tentando as jogadas pelos lados do gramado, o time da casa descolou alguns cruzamentos, mas demorou para criar uma chance clara de abrir o placar.
Com os maranhenses tendo dificuldade no último passe, o Joinville acabou crescendo no jogo e começou a ter mais posse de bola. A primeira oportunidade real, inclusive, saiu de pés catarinenses. Aos 25 minutos, Claudinho aproveitou rebote da defesa e mandou uma bomba no alto, obrigando boa defesa de Rodrigo Ramos.
Após o susto, os mandantes resolveram acordar e conseguiram, enfim, balançar a torcida no Castelão. Aos 29 minutos, após cruzamento de Thiago Santos, Edgar Can deu um peixinho para colocar a bola no fundo das redes.
Na volta do segundo tempo, o Sampaio mostrou que não estava satisfeito com a contagem mínima e já criou boas chances, logo depois que a bola voltou a rolar. Aos seis, Lucas Sotero fez boa jogafda pelo lado direito e cruzou para Edgar Can, que teve o chute bloqueando por Danrlei, e aos nove minutos, Pimentinha, que saiu do banco de reservas no intervalo, fez boa jogada individual, cortou para o meio, mas acabou mandando para fora de perna esquerda.
Depois dos 10 minutos, foi a vez dos visitantes responderem as chances. Aos 15 minutos, após Jael driblar o goleiro e rolar, Éder Sciola bloqueou o chute de Aldair. O Joinville seguia com a posse de bola, mas os maranhenses eram quem criavam as melhores chances, só que insistiam em falhar nas finalizações.
Com o final do jogo se aproximando e lutando por pelo menos um ponto que poderia ser decisivo na briga pela permanência, o JEC tratou de pressionar o adversário e conseguiu um impensável: uma virada em um minuto. Darnlei aproveitou rebote da própria cabeçada, aos 38, e Aldair arrancou e chutou colocado no cantinho, aos 39, para dar a vitória aos catarinenses.
A situação que já estava ruim ficou pior para o Sampaio, que teve Diego Lorenzi sendo expulso após levar o segundo amarelo, aos 43. 2 a 1 para o Joinville em São Luís.
Rei Zulu entre os ex-lutadores e amigos Diabo Louro e Sombra, que estão à frente de campanha para ajudar o ídolo
Ex-lutadores maranhenses de vale-tudo estão fazendo uma corrente de apoio ao lendário Rei Zulu, conhecido mundialmente por desafiar e derrotar grandes adversários, que passa por graves problemas de saúde e dificuldades financeiras. Para ajudar o ídolo, os ex-pupilos lançaram uma campanha de arrecadação de donativos nas redes sociais e estão comercializando um DVD com todas as lutas do ídolo, ao preço de R$ 20,00.
Estão à frente da campanha em favor do Rei Zulu, cujo nome de batismo é Casimiro de Nascimento Martins, hoje com 72 anos, os ex-atletas do ringue Sombra e Diabo Louro, que acompanham o drama do mestre desde o primeiro dos dois Acidentes Vasculares Cerebrais (AVCs) que ele sofreu.
Com os movimentos comprometidos em razão do derrame, Zulu levou uma queda na porta de casa, na Vila Luizão, fraturou o fêmur da perna direita e precisou fazer uma cirurgia. No momento, ele se recupera em casa e se locomove com o auxílio de uma cadeira de rodas.
O apoio dos dois amigos não se limita à arrecadação de doações e à venda dos DVDs. Sombra e Diabo Louro visitam Zulu quase diariamente e fazem questão de transportá-lo às consultas médicas, exames e até a agências bancárias.
Informações sobre como ajudar o Rei Zulu podem ser obtidas pelos telefones 98224-9798 (Sombra) e 98705-6522 (Raquel). Os dois celulares também funcionam como Whatsapp. Do blog do Daniel Matos 
O vídeo abaixo conta a história do Rei Zulu:
Aldo Leite ao lado do busto de Apolônia Pinto no Teatro Arthur Azevedo
Faleceu o ator, diretor, teatrólogo e escritor Aldo Leite, um dos grandes nomes do Teatro no Maranhão. Aldo de Jesus Muniz Leite morreu na manhã deste sábado (5) no Hospital Centro Médico, onde estava internado desde o fim do mês de outubro. Natural de Penalva (MA), nasceu em 23 de agosto de 1941. Graduou-se em Teatro pela Escola de Comunicações e Arte da Universidade de São Paulo (ECA/USP), em 1976, a mesma instituição onde obtém o grau de Mestre em Teatro, no ano de 1989. Foi professor adjunto do Departamento de Artes da Universidade Federal do Maranhão (UFMA).
Sua vasta experiência teatral como ator, diretor e autor de numerosas peças teatrais o qualifica como uma das maiores expressões do fazer teatral no Maranhão, reconhecido e respeitado em todo o território nacional pelo trabalho desenvolvido ao longo dos anos.
Primando pelo respeito ao povo maranhense e prezando pela bela história construída com suor e muito trabalho, o Grupo Mateus emitiu Nota de Esclarecimento sobre o Caso SEFAZ.
Na Nota, o Grupo Mateus deixa claro que todas as ações feitas pela empresa são amparadas e norteadas pela legalidade. Além disso, a Nota emitida deixa clara a importância da empresa para o Maranhão e os maranhenses. Veja abaixo na íntegra.


A maioria dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) votou a favor de que réus no Supremo não possam ocupar as presidências da Câmara ou do Senado, cargos que estão na linha direta de substituição do presidente da República. O julgamento foi interrompido nesta quinta-feira (3) após o ministro Dias Toffoli pedir vista do processo.
O pedido de Toffoli interrompeu o julgamento após seis dos oito ministros que participavam da sessão votarem a favor da ação. Não há prazo para que o caso volte à pauta de julgamentos do Supremo. O tribunal possui 11 ministros.
A ação pode, em tese, ameaçar o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), que é investigado em inquéritos ligados à Operação Lava Jato, e já teve denúncia oferecida contra ele por acusação de ter tido despesas pessoais pagas por uma empreiteira. No entanto, o STF ainda não abriu processo contra Renan e ele não é réu. O mandato de Renan na presidência do Senado termina em fevereiro.
O relator da ação, o ministro Marco Aurélio, iniciou a votação favorável à proibição de que réus ocupem os cargos da linha sucessória da Presidência da República. “Aqueles que figurem como réu em processo crime no Supremo Tribunal Federal não podem ocupar cargo cujas atribuições constitucionais incluam a substituição do presidente da República”, afirmou o relator.

Marco Aurélio foi acompanhado pelos ministros Edson Fachin, Teori Zavascki, Rosa Weber, Luiz Fux e Celso de Mello. O ministro Luís Roberto Barroso se declarou impedido de participar do julgamento “por motivo pessoal”, segundo afirmou. Os ministros Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski não participaram da sessão.
A Justiça aceitou denúncia do Ministério Público do Maranhão contra a ex-governadora Roseana Sarney e outras dez pessoas por suposto esquema fraudulento de concessão de isenções fiscais pela Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz) a empresas, que causou um prejuízo de R$ 410 milhões aos cofres públicos.
O despacho da juíza Cristiana de Sousa Ferraz Leire, da 8ª Vara Criminal da Comarca de São Luís, aponta que Roseana cometeu os crimes de peculato, prevaricação, fraude à administração fazendária e participação em organização criminosa.
Entre os denunciados estão ex-gestores, servidores públicos e outros envolvidos em práticas criminosas como o ex-secretário de Estado da Fazenda, Cláudio José Trinchão Santos; o ex-secretário de Estado da Fazenda e ex-secretário-adjunto da Administração Tributária, Akio Valente Wakiyama; o ex-diretor da Célula de Gestão da Ação Fiscal da Secretaria de Estado da Fazenda, Raimundo José Rodrigues do Nascimento; o analista de sistemas Edimilson Santos Ahid Neto; o advogado Jorge Arturo Mendoza Reque Júnior; Euda Maria Lacerda; os ex-procuradores gerais do Estado, Marcos Alessandro Coutinho Passos Lobo e Helena Maria Cavalcanti Haickel; e o ex-procurador adjunto do Estado do Maranhão, Ricardo Gama Pestana.
Ao G1 Roseana Sarney informou que não houve qualquer ato que não tivesse o parecer da Procuradoria-Geral do Estado do Maranhão. “Tenho absoluta convicção de que todos os meus atos foram tomados dentro da mais absoluta legalidade. Não houve qualquer ato meu que não tivesse o parecer da Procuradoria-Geral do Estado do Maranhão, que deve ser o trâmite normal de um governador. Todos os atos foram dentro das muitas funções que cabem ao líder do Executivo, sem parcialidade ou intenções pessoais. Vejo o modo como se deu esta ação e sua divulgação com uma clara intenção política. Não imaginei que a ambição política no Maranhão chegasse a esse ponto, de atacar covardemente e denegrir adversários. Nunca tive essa postura em minha vida pública.”, afirmou.
Especulações em torno da eleição para presidência da Câmara continuam dominando os bastidores do Poder Legislativo de São Luís. O editor deste blog já havia dado este assunto como encerrado, garantindo que o vereador e atual presidente da Casa, Astro de Ogum (PR), terá retorno certo ao comando da Câmara. No entanto, apesar de não se ver sinal de articulações contrárias à Astro, há quem diga que a intenção de Holanda Jr é apoiar outro vereador. Não acredito nessa tese.
O vereador Osmar Filho (PDT), que chegou a almejar a o comando Legislativo municipal, após os acertos de bastidores, se comprometeu em apoiar a permanecia de Astro na cadeira mais importante da Câmara. Osmarzinho deve ser candidato a deputado, provavelmente no âmbito estadual.
Fato novo – Um interlocutor informou ao Blog, que além do aval de Edivaldo Holanda [o pai], Astro contaria sim, com o apoio indiscriminado de Osmar Filho. O próprio juiz Osmar Gomes [pai do vereador] teria revelado que não existe objeção em apoiar Astro de Ogum.
Astro tem a simpatia da imprensa aliada e, também, da imprensa de oposição ao governo municipal, além de ser  um especialista em conciliar conflitos com a mídia. Portanto, goza de prestígio notável entre os comunicadores que, naturalmente, apoiam sua permanência no comando do Legislativo.
Interna corporis – O atual presidente já conta com o apoio inicial dos vereadores que fizeram parte da campanha de Holanda Jr : Osmar Filho (PDT), Pedro Lucas (PTB), Pavão Filho (PDT), Raimundo Penha (PDT), Nato Júnior (PP), Marquinhos (DEM), Afonso Manoel (PMDB), Barbara Soeiro (PSC), Umbelino Júnior (PPS), Honorato Fernandes (PT), Beto Castro (PROS), Fátima Vieira (PCdoB), Francisco Carvalho (PSL), Ivaldo Rodrigues (PDT),  Genival Alves (PRTB), Pereirinha (PSL), Marcelo Poeta (PCdoB), Ricardo Diniz (PCdoB),Josué Pinheiro (PSDB), Aldir Júnior (PR), Gutemberg (PSDB) e Concita Pinto (PEN).
Conclusão – O editor deste blog não acredita nas correntes que pregam que o prefeito Edivaldo Holanda Jr conceba uma traição ao vereador Astro de Ogum, até pelo grau de importância que o vereador teve na difícil e complicada reeleição do prefeito. O reduto eleitoral de Astro deu a maior votação proporcional ao prefeito, foram 36.988 votos – 56,89% dos votos válidos. Astro mostrou a força nos bairros da Vila Palmeira, Radional, Vila Lobão, Santa Cruz, Anil, Aurora, Ipase, Maranhão Novo, Bequimão, Angelim, Cohab Anil III, João de Deus, Vila Isabel Cafeteira e Santo Antônio. Inegável!
Sendo assim, não vejo sentido nas versões conspiratórias que são espalhadas nos bastidores. Não acredito que Holanda Jr queria começar a sua nova gestão, já com a fama de Judas, traidor, tramando contra quem mais lhe ajudou.
Pelo segundo mandato consecutivo, o prefeito reeleito de São Luís, Edivaldo de Holanda Júnior (PDT), deve manter a relação com o Legislativo Municipal de forma harmoniosa: sua coligação, “Pra Seguir em Frente”, composta por 12 partidos, fez 17 dos 31 vereadores eleitos. A maior bancada é do próprio partido do gestor: o PDT que permanece com quatro cadeiras na Câmara Municipal. A conjuntura não é uma novidade na capital maranhense. Na atual legislatura, 21 vereadores compõem a bancada do governo.
No entanto, para o segundo mandato, Edivaldo Júnior deve ter uma bancada com aproximadamente 26 vereadores na Câmara Municipal, podendo contar, caso precise, com mais três ou até quatro parlamentares.
A considerar o total de vagas atualmente – por enquanto, até que se chegue a uma palavra final –, o número é mais da metade do chamado quórum qualificado, a maioria de 2/3 exigida para votações mais importantes, em algumas casas legislativas. Aí estão incluídos vetos do chefe do Executivo ou emendas à Lei Orgânica.
A projeção foi feita com base na composição da futura Câmara, com os 31 vereadores eleitos, considerando seus partidos e a postura que adotam, política ou ideologicamente. Esta última, por exemplo, permite definir que, no momento, de modo mais consolidado, a bancada de oposição tenha apenas dois ou três vereadores.
Por esse mesmo critério, serão necessariamente da bancada de Edivaldo Júnior dezessete vereadores. São os filiados a partidos que encabeçaram sua chapa na eleição: PDT, PTB, PRB, PSC, PR, DEM, PROS, PCdoB, PTC, PSL, PEN e PT.
Nesse grupo, estão os vereadores Astro de Ogum (PR), Aldir Junior (PR), Osmar Filho (PDT), Pavão Filho (PDT), Marquinhos (DEM), Beto Castro (PROS), Ivaldo Rodrigues (PDT), Raimundo Penha (PDT), Pedro Lucas (PTB), Concita Pinto (PEN), Marcial Lima (PEN), Honorato Fernandes (PT), Edimilson Jasen (PTC), Marcelo Poeta (PCdoB), Barbara Soeira (PSC), Fatima Araújo (PCdoB) e Ricardo Diniz (PCdoB).
Mas na conta entraria ainda o vereador Afonso Manoel. Apesar de o partido a que é filiado, o PRP, ter apoiado o candidato a prefeito Fábio Câmara (PMDB), Afonso já se declara como base de sustentação do governo pedetista na Câmara, já que a esposa, Helena Duailibe (PMDB) é secretária de Saúde da Prefeitura de São Luís.
OPOSIÇÃO – Do outro lado, a heterogeneidade da bancada de oposição não deve permitir uma ação unificada. Nesse grupo, os partidos da aliança em torno da chapa de Eliziane Gama (PPS) e Wellington do Curso (PP) elegeram dez vereadores. Mas destes, apenas o vereador Francisco Chaguinhas (PP) já se declara oposição ao governo.
No PHS, existe uma forte tendência do vereador professor Sá Marques integrar a bancada oposicionista. Além destes, o vereador Cesar Bombeiro (PSD) também pode compor o grupo.
INDEPENDENTES – A diferença de posicionamento partidário e posicionamento pessoal também pode mudar essa conta. Alguns partidos optaram por liberar a bancada de vereadores durante o segundo turno – em ambos os casos, a maioria aderiu à campanha de Edivaldo, mas vereadores devem optar por posturas mais independentes como é o caso dos vereadores Josué Pinheiro (PSDB), Gutemberg (PSDB), Umbelino Júnior (PPS), Nato Júnior (PP), Edson Gaguinho (PHS), Estevão Aragão (PSB), Genival Abreu (PRTB) e Silvino (PRTB).
De O Estado – O ex-procurador-geral do Estado Marcos Alessandro Coutinho Passos Lobo rechaçou envolvimento num suposto esquema de concessão de isenções fiscais na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz), apontado pela 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Tributária e Econômica de São Luís, que tem como titular o promotor Paulo Roberto Barbosa Ramos.
Marcos Lobo concedeu entrevista exclusiva ontem a O Estado, na qual esclareceu ter dado apenas um parecer técnico em caso de compensação no período em que atuou na função de procurador-geral de 2009 a 2010. Ele classificou a denúncia – em relação à sua suposta participação no esquema – como indevida e frágil.
“Fui procurador do Estado de abril de 2009 a maio de 2010 e neste período aconteceu de eu elaborar apenas um parecer sobre caso especifico de compensação. As empresas que tinham recolhido o maior imposto estavam pleiteando a compensação, ou seja, deixar de recolher ou transferir este direito a terceiros, ressaltando que esse direito de repetição do indébito foi reconhecido judicialmente. O Poder Judiciário reconheceu em decisão transitada em julgado. Ou seja, eles tinham direito a fazer a compensação direta ou receber isso mediante precatório”, explicou.
Marcos Lobo afirmou que, a partir da decisão judicial transitada em julgado em favor da empresa, elaborou o parecer técnico, função que cabia à Procuradoria-Geral do Estado.
“A partir daí, elaboramos o parecer, dizendo que efetivamente eles tinham o direito, uma redundância, uma vez que já havia o reconhecimento judicial, transitado em julgado, e o Estado impôs algumas condições para que fosse feito esse acordo. No acordo, a compensação deveria ser feita parceladamente e não integral – embora eles tivessem direito de fazer legalmente pelo Código Tributário, a compensação integral -, e que não incidisse juros de mora, correção monetária e que o estado fosse dispensado de pagar honorários”, explicou.
Depois do parecer, ele informou que o acordo foi encaminhado à Justiça para a homologação, e somente depois disso foram feitos os trâmites administrativos na Sefaz.
“Minha atuação foi apenas de parecerista. Eu dei apenas um parecer técnico, ou seja, eu emiti uma opinião técnica sobe a matéria. E pelo que vi nos meios de comunicação até o momento, não houve qualquer desconstrução ou contestação a esse meu parecer”, disse.
O ex-procurador-geral do Estado considerou indevida a inclusão de seu nome na ação de autoria do Ministério Público. “A acusação é indevida por dois aspectos. Primeiro: eu atuei como parecerista, dei apenas um parecer. Não cometi atos administrativos. Segundo: eu deixei a procuradoria em 2010, há mais de 6 anos. Ou seja, não faz sentido se ajuizar uma ação de improbidade depois de cinco anos. Aí já existiu uma prescrição. Estou sendo processado por improbidade, por um ato que a própria lei diz que já teria prescrito”, completou.
Marcos Lobo afirmou que não havia sido notificado pela Justiça em relação à ação de improbidade.
roseanaacenaRoseana – A ex-governadora Roseana Sarney reagiu indignada à notícia da ação, da qual afirma ter tomado conhecimento pela imprensa.
“Tenho absoluta convicção de que todos os meus atos foram tomados dentro da mais absoluta legalidade. Não houve qualquer ato meu que não tivesse o parecer da Procuradoria-Geral do Estado do Maranhão, que deve ser o trâmite normal de um governador”, declarou. Sobre as nomeações que fez, afirmou que “agiu dentro das muitas funções que cabem ao líder do Executivo, sem parcialidade ou intenções pessoais”.
Roseana atribuiu o modo como se deu a ação e sua divulgação a “uma clara intenção política”. “Não imaginei que a ambição política no Maranhão chegasse a esse ponto, de atacar covardemente e denegrir adversários. Nunca tive essa postura em minha vida pública”, finalizou.
MP – O procurador-geral de Justiça, Luiz Gonzaga Martins Coelho, e o titular da 2ª Promotoria de Justiça de Defesa da Ordem Tributária e Econômica de São Luís, Paulo Roberto Barbosa Ramos, esclareceram ontem, em entrevista coletiva realizada na sede do Ministério Público (MP), a denúncia de esquema de concessão de isenções fiscais na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz).
Gonzaga afirmou que o processo já está em fase de instrução e disse que as investigações apontam para um prejuízo de R$ 410 milhões aos cofres públicos.
Foram denunciados o ex-secretário de Estado da Fazenda Cláudio José Trinchão Santos; o ex-secretário da Fazenda e ex-secretário-adjunto da Administração Tributária Akio Valente Wakiyama; o ex-diretor da Célula de Gestão da Ação Fiscal da Sefaz Raimundo José Rodrigues do Nascimento; o analista de sistemas Edimilson Santos Ahid Neto; o advogado Jorge Arturo Mendoza Reque Júnior; Euda Maria Lacerda; a ex-governadora do Maranhão Roseana Sarney Murad; os ex-procuradores gerais do Estado Marcos Alessandro Coutinho Passos Lobo e Helena Maria Cavalcanti Haickel, e o ex-procurador adjunto do Estado do Maranhão Ricardo Gama Pestana.
De acordo com o promotor Paulo Roberto Barbosa Ramos, entre as ações delituosas da organização, que constam na denúncia, há compensações tributárias ilegais, implantação de filtro no sistema da secretaria para garantir essas operações tributárias ilegais e fantasmas, reativação de parcelamento de débitos de empresas que não pagavam as parcelas devidas, exclusão indevida dos autos de infração de empresas do banco de dados e contratação irregular de empresa especializada na prestação de serviços de tecnologia da informação, com a finalidade de garantir a continuidade das práticas delituosas.
Sem argumentos plausíveis e claramente por perseguição, as Câmaras de Vereadores de Godofredo Viana, Bom Jesus das Selvas  e Alto Alegre do Pindaré afastaram os prefeitos municipais dos seus cargos.
Marcelo Jorge, Cristiane Damião e Atenir Botelho foram afastados pelas Câmara Municipais…
Ontem, quinta-feira (3), o Poder Legislativo de Godofredo Viana, decidiu afastar o prefeito Marcelo Jorge Torres (PDT), por improbidade administrativa. A decisão, vale por 55 dias e teve aprovação de 6 votos a favor e 2 contra. Um verdadeiro festival de decisões de afastamento de gestores municipais tomaram conta dos noticiários nas últimas horas. É que vereadores de pelo menos quatro municípios maranhenses decidiram tirar do cargos os respectivos prefeitos de suas cidades. 
Em Bom Jesus das Selvas, usando do estapafúrdio argumento de vacância do cargo, a Câmara de Vereadores cassou por maioria dos votos o mandato da prefeita Cristiane Damião (PTdoB) na manhã desta sexta-feira (4).
E em Alto Alegre do Pindaré, também nesta manhã, a Câmara de Vereadores afastou até o fim do mandato o prefeito Atenir Ribeiro. Dez dos 13 parlamentares votaram a favor do afastamento do gestor. A alegação é de que Atenir praticou atos de improbidade administrativa.
Em todos as três cidades assumem os vice-prefeitos de cada municipalidade.
Afastar um prefeito faltando menos de 60 dias para o inicio de um novo governo afeta grandemente a gestão pública, sobretudo as comissões de transição que estão em pleno funcionamento.

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