segunda-feira, 12 de dezembro de 2016
Ex-presidente foi indiciado pelo crime de corrupção passiva e os demais, por lavagem de dinheiro.

Samuel Nunes e José ViannaDo G1 PR e da RPC
Polícia Federal indicia Lula, Palocci e outras cinco pessoas na Lava Jato Investigação trata de suposta lavagem de dinheiro no Instituto Lula. Ministério Público Federal vai analisar investigação antes de abrir processo.
A Polícia Federal (PF) decidiu indiciar o ex-presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, o ex-ministro da Fazenda, Antônio Palocci, a ex-primeira-dama Marisa Letícia e outras quatro pessoas, na Operação Lava Jato.  
O ex-presidente foi indiciado pelo crime de corrupção passiva, enquanto todas as demais pessoas citadas foram indiciadas por lavagem de dinheiro. 
Veja a lista de indiciados Luiz Inácio Lula da Silva - ex-presidente da República Marisa Letícia Lula da Silva - ex-primeira-dama Antônio Palocci Filho - ex-ministro nos governos Lula e Dilma Glaucos da Costa Marques - Sobrinho do pecuarista José Carlos Bumlai, já condenado na Lava Jato Demerval de Souza Gusmão Filho - Dono da empresa DAG Construtora Roberto Teixeira - Advogado do ex-presidente Lula Branislav Kontic - Assessor do ex-ministro Palocci O G1 tenta contato com os indiciados. 
O indiciamento trata de dois casos distintos: o primeiro é sobre a compra de um terreno, que seria utilizado para a construção de uma sede do Instituto Lula. 
O segundo é sobre o aluguel do apartamento que fica em frente ao que o ex-presidente mora. A Polícia Federal defende que ambos os casos tratam de pagamento de propina da construtora Odebrecht, ao ex-presidente. 
Os dois casos corriam em inquéritos diferentes. No entanto, o delegado Márcio Adriano Anselmo, que produziu o indiciamento, considerou que deveria unir as duas investigações, por se tratarem de fatos correlatos. 
Conforme a investigação, o ex-ministro Antônio Palocci operava distribuindo a propina da Odebrecht ao Partido dos Trabalhadores (PT). A PF diz que ele usava a influência para atuar em favor dos interesses da empreiteira junto ao governo federal. 
Conforme a PF, Lula foi um dos beneficiários dessa propina. Uma parte dela foi com a compra do terreno que seria usado para a construção da sede do INstituto Lula. O terreno foi adquirido por meio da DAG Construções. 
A polícia diz que a empresa atuava como um preposto da Odebrecht. Embora o terreno tenha sido adquirido, não houve mudança na sede do instituto para o referido terreno.
Por John Cutrim
O governador Flávio Dino, acompanhado de secretários e assessores, participou, na manhã desta segunda-feira (12), do velório do deputado João Castelo (PSDB), realizado no Plenário da Assembleia Legislativa. Flávio Dino, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia, e o líder do PSDB na Câmara Federal, deputado Antônio Imbassahy, chegaram juntos ao velório de João Castelo.
Flávio Dino abraçou fortemente a viúva, a ex-prefeita de São Luís Gardênia Gonçalves, e a ex-deputada e filha de João Castelo, Gardeninha Castelo. O governador ressaltou o legado de Castelo para o Maranhão:
“João Castelo foi homem público por praticamente cinco décadas. Sem dúvida deixou marcas muito importantes. É uma perda para a política do Maranhão. Temos que ter muita solidariedade com sua família. Estou em meu nome, em nome da minha família e de todo o Estado. Um exemplo de seu legado é o projeto Italuís, que continua sendo uma grande prioridade”, enfatizou Flávio Dino.
Entrevistado por jornalistas e radialistas, Flávio Dino acrescentou que Castelo foi governador do Maranhão, senador e prefeito de São Luís, deixando sua marca na história do Estado. Estava no quinto mandato de deputado federal, além de já ter exercido outros cargos, como presidente Empresa Maranhense de Administração Portuária (Emap).
O Castelo era uma liderança muito expressiva de um partido muito importante no Maranhão e no Brasil. Lamento bastante, vim trazer meu abraço, minha solidariedade e conforto à sua família, a qual conheço há muitos anos”, disse Flávio Dino.
João Castelo morreu no domingo (11) aos 79 anos em São Paulo, onde estava internado desde o fim de outubro. No quinto mandato como deputado federal, o parlamentar foi também prefeito de São Luís, entre 2009 e 2012, e governador do Maranhão de 1979 a 1982. Entre 1983 e 1991 foi senador.
De acordo com matéria veiculada no portal O Quarto Poder, a corrupção atingiu em cheio o coração do Fisco Municipal de São Luís, por envolver  não apenas o ex-titular da pasta, Raimundo Rodrigues, que pediu exoneração no inicio do mês passado, mas empresas que ele mesmo contratou e que também são alvos da Operação Simulacro que investiga a organização que causou prejuízo superior a R$ 400 milhões ao erário.
Raimundo Rodrigues foi nomeado pelo prefeito Edivaldo Júnior, em abril de 2014, para comandar a Secretaria Municipal de Fazenda. Desde então, a pasta virou uma espécie de refúgio da máfia fiscal, organização criminosa que já era suspeita de atuar dentro da Sefaz, pasta do governo do estado da qual o próprio Rodrigues foi ex-diretor da Célula de Gestão da Ação Fiscal.
Pouco mais de dois meses após sua nomeação, a Comissão de Licitação da Prefeitura de São Luís iniciou dois processos de licitação para contratação de empresa especializada “para fornecimento, implantação e customização de Sistema de Administração Tributária Integrado”. As vencedoras foram a Linuxell Informática e Serviços Ltda e o Centro de Tecnologia Avançada (CTA).
Tanto a Linuxell quanto a CTA foram citadas nas investigações. A segunda empresa, por exemplo, já teve entre os seus sócios ninguém menos que o advogado Jorge Arturo, conhecido como “Rei dos Precatórios” e suspeito de integrar o esquema do doleiro Alberto Yousseff, preso ano passado no Maranhão.
Ainda que envolvendo nome tão polêmico entre seus sócios, o contrato da CTA seria apenas mais um entre tantos da gestão do prefeito Edivaldo Júnior, não fosse um detalhe: a Prefeitura pagou R$ 3,5 milhões por um produto que já lhe pertencia há mais de 7 anos.
Exibindo contrato.jpg
Edivaldo Júnior não reage e a corrupção entra sem bater no seu governo
O Sistema Integrado de Administração Tributária foi comprado ainda na gestão de Tadeu Palácio (PP), em 2007, por R$ 2,4 milhões, da empresa paulista Desenvolvimento de Sistemas Fiscais LTDA. (DFS), que até hoje presta este serviço à Prefeitura. As constatações são de um levantamento realizado pela reportagem de O Quarto Poder finalizada nesta manhã. Leia mais clicando aqui.
Tanto a Assembleia Legislativa do Maranhão, local onde está sendo velado o corpo do deputado federal, ex-prefeito de São Luís e ex-governador, João Castelo, quanto na Câmara Federal, as sessões ordinárias desta segunda-feira (12) foram suspensas por conta do falecimento de Castelo.
O próprio presidente da Câmara Federal, Rodrigo Maia, está em São Luís para acompanhar o velório do ex-colega de bancada, que faleceu, em São Paulo, na manhã do último domingo (11).
O governador Flávio Dino, assim como boa parte da classe política maranhense, também já esteve no parlamento estadual para prestar suas homenagens a família de João Castelo.


O Tribunal de Justiça do Maranhão concedeu hoje (12) efeito suspensivo a um agravo interposto pelo Banco do Brasil contra decisão de primeiro grau que havia impedido a instituição de fechar agências no Maranhão.
A decisão é da 3ª Câmara Cível do TJ e foi tomada por unanimidade – votaram os desembargadores Jamil Gedeon, Cleonice Freira e Lourival Serejo.
Na prática, o BB agora pode seguir normalmente com seu processo de modernização no estado, fechando as agências que se planejava extinguir.
Por ora, até o julgamento do mérito, estão suspensos os efeitos da liminar que havia sido concedida no final do mês de novembro pelo juiz Douglas Melo Martins, titular da Vara de Interesses Difusos e Coletivos de São Luís, após ação do governo Flávio Dino (reveja).
A primeira suplente Luana Alves (PSB), esposa do prefeito de Santa Inês Ribamar Alves, assumirá a vaga de João Castelo (PSDB) na Câmara dos Deputados.
Ex-prefeito de São Luís e deputado federal, Castelo morreu no Hospital Sírio Libanês, em São Paulo. O PSDB perde o único representante maranhense que tinha na Câmara.
Luana ficou como primeira suplente da coligação de Castelo em 2014, a “Todos Pelo Maranhão”.
Ele obteve 51.418, pouco menos que o próprio tucano, que se elegeu com 52.783 votos.
O velório do deputado João Castelo teve seu horário alterado, em razão de atrasos na decolagem da aeronave que traz o corpo do parlamentar do aeroporto de Guarulhos (SP). 

O velório deverá ter início às 7h da manhã, desta segunda-feira (12), para familiares e posteriormente, às 8h, será aberto ao público.

A previsão anterior de chegada do corpo de São Luís era das 23h, ainda neste domingo (11). Porém, devido aos contratempos, estima-se que ele chegará às 5h da manhã.

Após o pouso, serão realizados os procedimentos normais de troca da urna funerária e em seguida o corpo seguirá o traslado para o velório na Assembleia Legislativa.

O sepultamento permanece confirmado para as 17h, no Cemitério Parque da Saudade, no bairro do Vinhais.
João Castelo morreu aos 79 anos, se elegeu a todos os importantes cargos da política do MA.
João Castelo Ribeiro Gonçalves, faleceu na manhã deste domingo (11), no hospital Sírio-Libanês, em São Paulo. A morte do parlamentar foi confirmada às 10h15 (horário de Brasília). Ele morreu aos 79 anos de idade.
O político transferido da capital maranhense para o hospital em São Paulo no dia 31 de outubro. No dia 10 de novembro, Castelo foi submetido a uma cirurgia para a revascularização do miocárdio. Desde então, estava na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), sem previsão de alta.
O falecimento de João Castelo foi confirmado por meio de nota assinado pelos filhos e pela esposa. “A família do deputado federal João Castelo Ribeiro Gonçalves, cumpre a dolorosa missão de informar aos parentes, aos amigos e a todo o povo maranhense o seu falecimento na manhã deste domingo”, diz trecho da nota.
Castelo, natural de Caxias, 19 de outubro de 1937, foi um empresário e político. Exerceu o seu quinto mandato de deputado federal, além de ter sido governador do Maranhão, senador (1983 a 1991.) e prefeito de São Luís entre 2009 e 2012.
Foi durante seu governo no estado que a ponte Bandeira Tribuzzi, o Estádio Castelão (nome alusivo ao próprio governador) e a Italuís foram construídos, assim como Conjunto Maiobão, Cohatrac e Cidade Operária. O Hospital do IPEM (Dr. Carlos Macieira) foi outra obra de sua gestão como governador (1979 a 1982). Ele foi presidente também do Banco da Amazônia (BASA) em 1970.

Rádio Timbira

banner: radio timbira

Contatos

Whatsapp: 98-988916524


E-mail: folhadomunicipio@hotmail.com

Facebook

Navigation