domingo, 5 de março de 2017

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O volume de chuvas esperado para este mês de março, é um dos maiores dos últimos 5 anos na capital. Além das situações de alagamentos e acidentes de trânsito, a chuva intensa que tem deixado São Luís em estado de emergência traz também o risco de doenças como a leptospirose, a hepatite e diarreia.  As três têm sintomas bem parecidos.
 Dentre as três a Leptospirose é a doença que mais preocupa autoridades sanitárias e de saúde neste período. A bactéria  é transmitida por meio da urina dos ratos, presente geralmente na lama e na água suja que inunda as casas. A contaminação é facilitada pelo contato dessa água contaminada com lesões na pele, mas isso pode ocorrer mesmo com a pele íntegra, caso ela seja exposta por um tempo prolongado.
Os sintomas da leptospirose:  mal-estar, febre, dor de cabeça e no corpo, principalmente na batata da perna. Quem apresentar esses sinais deve procurar atendimento médico com urgência para a administração de antibióticos. O período de incubação da doença é de até 30 dias, mas os sintomas podem se manifestar logo nos primeiros dias depois do contato com a água contaminada.
Hepatite A é outra doença comum nesta época de muita chuva é causada por meio fecal-oral, a partir da ingestão de água e alimentos contaminados, ou de uma pessoa para outra. O vírus pode ser eliminado pelas fezes, e como os esgotos costumam transbordar com as enchentes e alagamentos, o contágio é facilitado.Os sintomas são parecidos com os da leptospirose.
Os sintomas da hepatite A:  Pode ser sintomática ou assintomática. Durante o período de incubação, que leva em média de duas a seis semanas, os sintomas não se manifestam, mas a pessoa infectada já é capaz de transmitir o vírus. Uma minoria apresenta os sintomas clássicos da infecção: febre, dores musculares, cansaço, mal-estar, inapetência, náuseas e vômitos. Depois de alguns dias, os olhos podem ficar amarelados e a urina escurece, adquirindo tonalidade semelhante à de um refrigerante avermelhado.
Diarreia aparece constantemente com o aumento  do volume de chuva e pode ser causada pelo consumo de água contaminada e deve ser levada a sério. Para evitar esse problema, alguns cuidados devem ser tomados. Se a água apresentar cor e cheiro, não pode ser consumida. O melhor é comprar água mineral engarrafada, mas, se isso não for possível, a água deve ser filtrada ou fervida. Outra opção é usar uma solução de hipoclorito de sódio (2,5%), encontrada em centros de saúde. A indicação é diluir duas gotas da solução em um litro de água e esperar 30 minutos para eliminar as bactérias.
Fique Atento:  Não se pode usar água sanitária que contenha alvejante e perfume para desinfetar água, alimentos (frutas, verduras e legumes) e recipientes que armazenam água para consumo humano. A água sanitária só pode ser usada para limpar chão, pisos, paredes e embalagens de vidro, latas e caixas do tipo longa vida que não estejam danificadas.
Se você, algum familiar ou amigo apresentar três ou mais episódios de diarreia em um intervalo de 24 horas, procure atendimento médico. Caso duas ou mais pessoas apresentem diarreia, náusea, vômito e dor abdominal depois de beber e comer alimentos da mesma origem, isso pode ser um surto. Procure a unidade de saúde mais próxima.
Não consuma alimentos com cheiro, cor ou aspecto fora do normal (úmido, mofado, murcho); leite, carne vermelha, peixe, frango, ovos crus ou mal cozidos; frutas, verduras e legumes, principalmente aqueles que entraram em contato com a água da enchente.
Se sua casa tiver sido alagada, tome cuidado ao voltar. Observe atentamente a presença de animais peçonhentos, bata os colchões antes de usá-los e sacuda cuidadosamente roupas, sapatos, toalhas e lençóis. Nunca coloque as mãos em buracos ou frestas. Use ferramentas como enxadas, cabos de vassouras e pedaços compridos de madeira para mexer nos móveis. Não se esqueça de usar luvas.
Manifestação ocorreu neste sábado (4) e pedia melhorias para a categoria. Funcionários prometem parar atividades na sexta-feira em protesto.
Funcionários terceirizados do Hospital Clementino Moura (Socorrão II) paralisaram as atividades no início da manhã deste sábado (4). O corte em benefícios por parte da Prefeitura de São Luís nos últimos três meses – como vale transporte e adicional noturno – está entre as razões para a paralisação.  
Os funcionários ocuparam a entrada da unidade de saúde e deixaram claro que este movimento foi de caráter apenas provisório. 
No entanto, os funcionários informaram que, caso nenhuma providência seja tomada pelo Município nos próximos dias, a suspensão poderá ser definitiva. 
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Pacientes esperam atendimento em corredores no Socorrão 2 em São Luís. 
Funcionários do Hospital Socorrão II fazem protesto em São Luís. 
De acordo com a técnica de Enfermagem, Larissa James, a situação é considerava inadmissível. 
Os trabalhadores alegam que não houve acordo ou negociação entre município e categoria e que recebem menos que um salário.  Na próxima segunda-feira (6), em horário a ser definido, está previsto um protesto dos funcionários do Socorrão II em frente à sede da Secretaria Municipal de Saúde (Semus), situada ao lado do Parque do Bom Menino. Até o momento, a Prefeitura de São Luís não se pronunciou sobre as reclamações dos trabalhadores.

Do G1 MA

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