Aderindo ao movimento nacional, o Sindicato dos Rodoviários do Maranhão informa que a categoria fará uma paralisação nesta sexta-­feira (28), das 0h às 16h, como forma de protesto contra as medidas que afetam o trabalhador brasileiro, como a Reforma da Previdência e a Lei da Terceirização, adotadas pelo Governo Federal. Em reunião na manhã desta quinta­-feira (27), representantes das principais centrais sindicais estiveram presentes para acertarem o dia de paralisações em São Luís.
Segundo com o que foi definido, os diretores do Sindicato dos Rodoviários irão para as portas das garagens das empresas, logo nas primeiras horas do dia, para orientar motoristas e cobradores e fiscais, quanto a importância do engajamento no movimento nacional. Assim como outras categorias, os rodoviários são contra as propostas do atual Governo Temer, considerados por muitos outros movimentos como ilegítimos.
“Diferentemente desse Governo, o movimento desta sexta-­feira (28), é legitimo e acima de tudo, preserva, defende os direitos dos brasileiros. Não podemos permitir que o Congresso Nacional, nos apunhale pelas costas. Nossa contribuição aos atos, que irão ocorrer em todo o país é fazer com que a categoria, cruze os braços e nem saia com os ônibus das garagens. É preciso que todos os trabalhadores se manifestem. Não podemos admitir que os brasileiros sejam derrotados. Vamos mostrar para Michel Temer e os aliados dele, que o povo é mais forte e é quem manda no Brasil”, declara Isaias Castelo Branco, Presidente do Sindicato dos Rodoviários do Maranhão.
O advogado Thiago Brhanner protocolou hoje (27) na Justiça uma ação popular pedindo a revogação imediata da Lei  nº 429/2016, que proíbe o Uber em São Luís. O dispositivo foi promulgado ontem (26) pela Câmara Municipal (reveja), com efeitos imediatos.
O caso será julgado pelo juiz Douglas Martins, da Vara de Interesses Difusos e Coletivos da capital.
No processo, Brhanner argumenta que o Uber é um sistema privado de transporte e que, por isso, deve ser protegido pelo “princípio constitucional da livre iniciativa”, sob pena de “prejudicar os empresários, os profissionais e os cidadãos que fazem uso do sistema”.
Além disso, acrescenta ele, há inconstitucionalidade da lei, uma vez que, de acordo coma Constituição Federal, compete privativamente à União legislar sobre trânsito e transporte.
Baixe aqui a íntegra da ação
O projeto de lei que deu origem à proibição do Uber na capital maranhense é de autoria da ex-vereadora Luciana Mendes (PTdoB) e foi proposto em 2015. Depois disso, ela tentou se reeleger no ano passado, mas acabou não conseguindo (reveja).
Nas redes sociais, a então parlamentar foi muito criticada pela proposição, que foi aprovada por unanimidade pelos vereadores, mas nunca sancionada pelo prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT), o que forçou sua volta ao Parlamento e promulgação pelo presidente da Casa, Astro de Ogum, quase um ano depois.
Na manhã desta quinta-feira(27), uma onda de manifestações pararam algumas saídas de Paço do lumiar na região metropolitana da capital.
As manifestações seriam por conta de uma promessa de campanha do atual gestor da cidade, Domingos Dutra, a situação se complicou quando por ordem de reintegração de posse tiraram alguns moradores de suas residências, e segundo os mesmos, o prefeito teria prometido dar o título de posse para a comunidade.
A confusão é tão grande por conta do governo do estado querer o terreno para construção de uma unidade prisional, o que deixa a vizinhança em pânico, e muitos deles, defendem a permanência dos atuais vizinhos, justamente para não haver a construção da unidade.
O blog Jamys Gualhardo continuará acompanhando as novidades desta confusão…
Polícia Federal cumpriu mandados em cartórios de São Luís
A Operação Perfídia, que investiga lavagem de dinheiro internacional, blindagem patrimonial e evasão de divisas com ramificações em pelo menos cinco países, fez buscas em cartórios extrajudiciais no Maranhão nesta quarta-feira, 26. No Estado, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão e dois de condução coercitiva. Destes, três foram em cartórios em São Luís e no interior.
Em 2016, em endereços ligados a um dos integrantes da organização, segundo a Polícia Federal, foram encontrados documentos que apontam para uma empresa offshore controlada pelo esquema no exterior que pode ter movimentado US$ 5 bilhões.
A Polícia Federal investiga se integrantes da organização realizavam operações de câmbio não-autorizadas, além de dissimularem a aquisição de imóveis de alto valor e promover a evasão de divisas. Para isso, eles se utilizavam de ‘laranjas’ e falsificavam documentos públicos, especialmente certidões de nascimento emitidas em cartórios no interior do Brasil.
As investigações começaram a partir de uma prisão em flagrante ocorrida na imigração do Aeroporto Internacional Juscelino Kubitschek, em Brasília/DF, em agosto de 2016.
O denominado núcleo duro do grupo, formado por proprietários de postos de gasolina, agências de turismo, lotéricas, entre outros estabelecimentos, era responsável pela aquisição fraudulenta de imóveis e ativos para fins de lavagem de dinheiro. Somente em uma das operações de compra e venda identificadas pela PF o negócio chegou a R$ 65 milhões.
A organização criminosa contava ainda com o apoio de advogados, contadores, serventuários de cartórios, empregados de concessionárias de serviços públicos e até de um servidor da Polícia Federal.
Em ação realizada ainda no ano de 2016, em endereços ligados a um dos integrantes do núcleo duro, foram encontrados documentos que apontam para uma empresa do tipo offshore controlada pela organização no exterior que pode ter realizado movimentações que excedem US$ 5 bilhões.
O nome da operação é uma referência à traição e deslealdade dos integrantes do núcleo duro da organização criminosa com o país.

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