sexta-feira, 23 de junho de 2017
Por determinação da juíza Adriana da Silva Chaves, titular da comarca de Morros, foram presos na manhã desta sexta-feira, 23, o ex-prefeito de Cachoeira Grande, Francivaldo Vasconcelos Sousa, o filho do ex-gestor, Alexandre Leda Sousa, e o ex-contador da Prefeitura de Cachoeira Grande, Henrique Silva dos Santos.
O sobrinho do ex-prefeito, Gustavo Vasconcelos, que também teve a prisão decretada, não foi encontrado. A prisão dos réus tem caráter temporário, por 05 (cinco) dias improrrogáveis, consta da decisão judicial na qual a magistrada determina ainda a busca e apreensão, no prazo de 20 (vinte) dias, nos endereços dos réus.
“Antes de penetrarem nas residências, os executores desta decisão deverão proceder a sua leitura ao morador ou a quem o represente, informando-o (a) ao abrir a porta, a fim de se dar a busca e apreensão de objetos (como computadores e notebooks), materiais e documentos ligados aos crimes narrados”, consta do documento que destaca ainda que seja realizada “a mais rigorosa busca, para o fim declarado, arrombando, se necessário, as portas dos quartos e demais dependências e, se julgarem indispensável para a realização da diligência, poderão prender os residentes, e empregar todos os meios legais para a execução desta decisão a qual deverá servir de mandado de busca e apreensão, devendo ser cumprida a simples vista do destinatário”.
As determinações da juíza atendem à Representação pela busca e apreensão e prisão temporária formulada por Ministério Público e Polícia Civil do Estado do Maranhão em face dos citados, em razão de procedimento investigatório criminal em tramitação no 2º Departamento de Combate à Corrupção – DECCOR.
Na representação, os autores afirmam que o procedimento foi instaurado a partir de representação dos professores do município, na qual eram denunciados diversos crimes praticados pelo ex-gestor e cúpula do Poder Executivo Municipal.
Entre os crimes apontados, contratação de empresa de fachada para conclusão do Hospital Municipal de Cachoeira Grande; Convênio da Secretaria Estadual de Saúde e contratações decorrentes do mesmo para aquisição de equipamentos que não teriam sido fornecidos; reforma de prédio onde funciona o CRAS, constante de relatório de gestão do Fundo Municipal de Assistência Social de 2013 e que não teria sido realizada; Contratação de empresa para limpeza de prédios públicos municipais, serviço que teria sido efetuado pela própria prefeitura; contratação de empresa supostamente de fachada para aluguel de máquinas para serviços da administração municipal e que teriam sido feitos (serviços) por máquinas do próprio município e oriundas do PAC.
Para os autores da representação, as investigações apontam para a possível existência de associação criminosa estável e permanente, formada por pessoas ligadas a empresas investigadas e membros da cúpula da Administração Municipal, com participação direta do ex-prefeito e do sobrinho do mesmo, com o objetivo de desviar verbas durante a gestão (2009 a 2016).
Os subprocuradores Raquel Dodge, Nicolao Dino, Eitel Santiago, Mário Bonsaglia, Ela Wiecko, Carlos Frederico, Sandra Cureau e Franklin Costa, candidatos à sucessão do atual procurador-geral da República, Rodrigo Janot, apoiam investigação contra o presidente Michel Temer (PMDB). Apesar dos posicionamentos não terem sido colocados nos debates, os subprocuradores, questionados pelo jornal O Estado de S. Paulo, afirmaram que, em caso de provas ou indícios entregues em uma colaboração premiada sobre crimes praticados no mandato, é dever do procurador-geral instaurar investigação.
Temer foi gravado por Joesley Batista, um dos donos da JBS, em março deste ano. Na ocasião, durante um encontro no Palácio do Jaburu, o presidente avalizou de Joesley uma série de ilícitos, inclusive o pagamento de mesada ao ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB) e ao operador do PMDB Lúcio Funaro em troca de silêncio. A gravação foi entregue à Procuradoria-Geral da República e ao Supremo Tribunal Federal (STF). Desde então, Temer, que já havia sido citado por outros delatores em fatos anteriores ao mandato, passou à condição de formalmente investigado no STF por corrupção passiva, associação criminosa e obstrução de Justiça
Os oito candidatos vão concorrer a uma das vagas da lista tríplice da Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR), formada pelos votos dos 1.300 procuradores do país, entre os quais estão integrantes ativos e aposentados do Ministério Público. Janot deixa o cargo em 17 de setembro e não concorrerá a um terceiro mandato.
A procuradora Raquel Dodge tem sido apontada como favorita pelo governo. Ao jornal, ela afirmou que, diante de indícios de crime, é obrigação do titular da ação penal que deve solicitar a avaliação da investigação do Supremo Tribunal Federal (STF). Durante o último debate realizado ontem (quinta-feira, 22), Raquel considerou que crimes praticados antes do mandato também devem ser investigados, mas ponderou que não teria apresentação de denúncia.
“Me refiro à possibilidade com os argumentos de que ninguém está acima da lei e, também, para preservar os vestígios e as provas. Mas isso deve ser feito com cautela para não manchar o mandato do presidente da República”, ressaltou. Sandra se posicionou contra a investigação.
A eleição está marcada para a última semana de junho. A lista com os três melhores colocados será encaminhada à Presidência da República, a quem cabe nomear o procurador-geral.
O presidente não tem a obrigação de indicar um dos três da lista. No entanto, essa prática tem sido adotada desde 2003. O mandato do procurador-geral é de dois anos e a Constituição não prevê limite para recondução.
O indicado passará ainda por uma sabatina na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado e pela votação no plenário da Casa, na qual precisa obter aprovação por maioria absoluta dos parlamentares.
O Governo do Estado, por meio da Secretaria do Desenvolvimento Social (Sedes) em parceria com a prefeitura de Raposa finalizou nesta quinta-feira (23) uma capacitação voltada para as merendeiras que trabalham em escolas da rede pública municipal de ensino. A ação contemplou 31 trabalhadoras do município. 

O curso iniciou na última terça-feira (20) e teve como objetivo levar conhecimentos técnicos às profissionais da área, a fim de proporcionar mais qualidade no preparo e na manipulação dos alimentos servidos aos estudantes. 

A capacitação é composta por módulos teóricos e práticos que versam sobre técnicas de preparo e aproveitamento integral dos alimentos, princípios básicos de higiene, boas práticas de manipulação e a parte prática de preparo de alimentos como Shake de macaxeira e banana, risoto com casca de abóbora e frango ,Mingau de banana verde salada de feijão e de maxixe, risoto de carne, torta de mamão verde, creme de abóbora, suco de limão com couve e hortelã , dentre outros. “Muitas vezes os alunos chegam com fome e ninguém consegue estudar com fome, a merenda feita de forma adequada e com carinho faz toda a diferença na rotina de estudo das crianças e adolescentes” comentou o gestor da Sedes, Neto Evangelista que participou da entrega dos certificados. Estiveram presentes, também, a prefeita da Raposa, Talita Laci, diversos secretários do município e representantes do conselho de segurança alimentar e nutricional. 

De acordo com a secretária Adjunta de Segurança Alimentar e Nutricional (Sasan) da Sedes, Lourvídia Caldas, é muito importante reconhecer o papel que cozinheiros e merendeiras têm no processo educacional de crianças e adolescentes. “Esses profissionais são de fundamental importância no processo de aprendizagem dos alunos, são eles os responsáveis pela preparação das refeições que são servidas diariamente às nossas crianças e adolescentes e, como todos sabem, uma alimentação adequada e balanceada reflete no rendimento escolar, por isso o Governo do Estado tem dado uma atenção especial a esses profissionais, a fim de qualificá-los e garantir refeições bem elaboradas e ricas nutricionalmente”, explicou a secretária. Para Edileusa Cardoso, que trabalha na Escola Rosa Reis Trindade, o curso vai contribuir bastante em sua função como merendeira escolar. “É sempre bom aprendermos cada vez mais. 

Com a capacitação vamos conseguir fazer com mais qualidade o que já sabemos, mas com alguns ajustes para que as refeições preparadas por nós sejam mais nutritivas e, principalmente, sem desperdiçar partes importantes de alguns alimentos. E todas essas orientações servirão não apenas para meu trabalho, são dicas preciosas que também levarei para minha casa”, disse Edileusa que já trabalha há 7 anos com a preparação de alimento escolar.
Maranhão tem 301,1 mil adolescentes do sexo masculino, entre 11 e 15 anos incompletos (14 anos, 11 meses e 29 dias), que devem ser vacinados contra HPV. A meta é imunizar 80% desse público, o que representa cerca de 240 mil jovens. 

O total de meninas no estado que fazem parte do público-alvo é 506 mil crianças e jovens do sexo feminino com idade entre 9 e 15 anos, sendo que a meta também é 80%, correspondendo a 405 mil meninas. O HPV é transmitido pelo contato direto com pele ou mucosas infectadas por meio de relação sexual. Também pode ser transmitido da mãe para filho no momento do parto. Desde o início da vacinação, em 2014, foram enviados 1 milhão de doses ao estado para imunização contra HPV. 

O Ministério da Saúde alerta para a baixa adesão à vacina. As secretarias estaduais de saúde de todo o país já foram comunicadas pelo Ministério da Saúde sobre a ampliação da faixa etária de vacinação de HPV, que tem como objetivo aumentar a cobertura vacinal nos adolescentes do sexo masculino. A vacina contra o HPV para os meninos passou a ser disponibilizada no Sistema Único de Saúde (SUS) em janeiro deste ano, contemplando os meninos de 12 a 13 anos. Até o ano passado, era feita apenas em meninas. 

O Brasil é o primeiro país da América do Sul e o sétimo do mundo a oferecer a vacina contra o HPV para meninos em programas nacionais de imunizações. Também terão direito a vacina, a partir de agora, homens e mulheres transplantados e ontológicos em uso de quimioterapia e radioterapia. Além disso, cerca 200 mil crianças e jovens, de ambos os sexos, de 9 a 26 anos vivendo com HIV/AIDS, também podem se vacinar contra HPV. O anúncio das mudanças foi feito nesta terça-feira (20) pelo ministro da Saúde, Ricardo Barros, em coletiva de imprensa. 

Esquema Vacinal Meninos e meninas devem tomar duas doses da vacina HPV, com intervalo de seis meses entre elas. Para as pessoas que vivem com HIV, a faixa etária é mais ampla (9 a 26 anos) e o esquema vacinal é de três doses (intervalo de 0, 2 e 6 meses). No caso dos portadores de HIV, é necessário apresentar prescrição médica. A vacina disponibilizada no SUS é a quadrivalente e já é ofertada, desde 2014, para as meninas. Confere proteção contra quatro subtipos do vírus HPV (6, 11, 16 e 18), com 98% de eficácia para quem segue corretamente o esquema vacinal. 

Para os meninos, a estratégia tem como objetivo proteger contra os cânceres de pênis, garganta e ânus, doenças que estão diretamente relacionadas ao HPV. A definição da faixa etária para a vacinação visa proteger meninos e meninas antes do início da vida sexual e, portanto, antes do contato com o vírus. Nas meninas, o principal foco da vacinação é proteger contra o câncer de colo do útero, vulva, vaginal e anal; lesões pré-cancerosas; verrugas genitais e infecções causadas pelo vírus.
Troca de tiros no Aeroporto de São Luís deixa duas pessoas feridas. Agência dos Correios que fica dentro do aeroporto foi alvo de ladrões. Houve troca de tiros. Um suspeito e um funcionário se feriram. Em pânico, passageiros se jogaram no chão.

A agência dos Correios do Aeroporto Internacional Marechal Hugo da Cunha Machado, em São Luís, foi alvo de uma tentativa de assalto na manhã desta quinta-feira (22). Segundo a Polícia Federal, que investiga o caso, três pessoas participaram da ação. Agentes de segurança trocaram tiros com os criminosos. 

Dois deles ficaram feridos e foram presos pela Polícia Militar no local. Um funcionário dos Correios também foi ferido. Durante a troca de tiros, os passageiros tiveram que se jogar no chão para se proteger. O outro suspeito conseguiu fugir. De acordo com a Polícia Militar, que atendeu inicialmente a ocorrência, nenhum dinheiro foi levado. Segundo a polícia, ainda não foi confirmado se os disparos feitos contra os suspeitos foram efetuados por seguranças do aeroporto ou policiais. 
O Centro Integrado de Operações de Segurança (Ciops), confirmou que o funcionário dos Correios e os suspeitos foram socorridos e encaminhados ao hospital. Três pessoas ficaram feridas durante assalto no Aeroporto de São Luís. 

Com os suspeitos presos, a Polícia Militar apreendeu uma arma de fogo. Eles ainda não tiveram a identidade revelada. O funcionário baleado foi identificado como Germano Gomes da Silva Júnior. Em nota, a Polícia Federal confirmou "que está investigando a ocorrência... que a atribuição investigatória é da PF, uma vez que se trata de tentativa de roubo em face dos Correios - Empresa Pública Federal... informamos, ainda, que três indivíduos participaram da referida ocorrência, sendo que dois foram alvejados e presos em flagrante pela Polícia Militar, e o terceiro encontra-se foragido". Os Correios confirmaram que um funcionário ficou ferido.

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