sexta-feira, 1 de setembro de 2017
André Fufuca viveu seu dia de glória. Livre do nervosismo da estreia, o presidente interino da Câmara passou a quarta-feira saboreando elogios dos colegas.

Um clima festivo marcou o início da sessão no plenário. Nos microfones, os representantes do povo se revezaram para celebrar o jovem deputado. “Quero registrar a satisfação de tê-lo na presidência desta Casa. É um orgulho para o Maranhão”, empolgou-se Júnior Marreca, do PEN. “É uma honra para todos nós tê-lo”, reforçou a deputada Conceição Sampaio, do PP. “Será certamente uma grande experiência para Vossa Excelência e para todos nós aqui que o admiramos”, acrescentou.

O ex-ministro Orlando Silva, do PC do B, comparou o colega ao rei do futebol. “Quando vejo provocações com relação ao apelido de Vossa Excelência, lembro-me de grandes brasileiros como Edson Arantes do Nascimento, que é mundialmente conhecido por seu apelido: Pelé.”

Chico Lopes, também do PC do B, definiu Fufuca como “um jovem que se torna brilhante”. “A sociedade parece que gosta de ver o jovem é no crack, na marginalidade. Quando ele se destaca, no lugar de elogiar, faz é mangofa”, protestou.

As queixas foram endossadas por Mário Negromonte Júnior, do PP. Ele disse que o presidente interino da Câmara é vítima de “notícias negativas”, propagadas por “moralistas de plantão”. “Como jovem, quero dizer que nós não vamos permitir isso. A imprensa política precisa respeitar esta Casa”, esbravejou o deputado. Alberto Fraga, do DEM, chamou os críticos do colega de “idiotas” e “imbecis”. “Eu acho que é falta de não ter o que fazer”, reclamou, num momento de humor involuntário.

Para quem vê a TV Câmara como “A Praça é Nossa”, foi uma sessão e tanto. No aspecto legislativo, Fufuca ficou devendo. Apesar dos elogios, o deputado não conseguiu pautar nenhum item da reforma política. A votação foi adiada mais uma vez —e semana que vem tem feriadão.

Da coluna Bernardo Coelho/ Estadão de São Paulo
ASCOM/SJR | Fotos: Willian Tindale 
Brincar, correr e alimentar sonhos. Esse tem sido o trabalho socioeducativo do projeto social "Sonho de Aline", que existe há cerca de 15 anos e reúne mais de 250 crianças e adolescentes e está localizado na estrada de Panaquatira.

Em visita nesta quinta-feira (31) ao espaço, o prefeito de São José de Ribamar, Luis Fernando, juntamente com o vice-prefeito, Eudes Sampaio, acompanhou de perto as atividades desenvolvidas no local.

A pequena Ana Clara de 09 anos, que participa da oficina de artes criativas, foi quem recepcionou o prefeito e comitiva com versos e poemas. Além de oficinas, o espaço também oferece aulas de dança, balé, crochê, capoeira, reforço escolar, música e refeições.

A coordenadora do projeto, a freira Maria José, explica que a procura de pais e mães para colocar os filhos no projeto é grande, mas que devido às condições financeiras, o "Sonho de Aline" só pode manter os que já estão.

“Estamos resgatando vidas, alimentando sonhos e dando dignidade a todos, não queremos que essas crianças fiquem na rua, mas tenham a oportunidade de desenvolver seus potenciais por meio de um complemento à escola formal”, disse a religiosa.

Atento a todas às atividades, o prefeito Luis Fernando falou da iniciativa e anunciou o apoio formal por meio de convenio com a prefeitura para que as atividades possam continuar sendo realizadas e dessa forma atender a comunidade.

“É importante termos ações como estas que valorizam atividades educacionais e sociais. É uma alegria para nós vermos tantas crianças e adolescentes participando do projeto e jamais poderíamos deixar de colaborar com um trabalho exitoso como esse. Dessa forma, estamos viabilizando as primeiras ações nesta parceria para podermos na base do orçamento que temos, já fazermos algo ainda este ano para atender todas as crianças participantes”, finalizou o prefeito também recrutando os programas e projetos da área da saúde do município para atender às crianças. 
Sonhando em voltar aos tempos de farras regadas a lagostas, champanhes franceses e camas de R$ 130 mil, Roseana Sarney ficou revoltada com a decisão do STJ em atender o pedido da Procuradoria Geral da República, que afirmou não haver qualquer fato ou indício que pudesse comprovar as falsas acusações feitas pelo funcionário da Odebrecht, José de Carvalho Filho, contra o governador Flávio Dino no âmbito da Operação Lava Jato.

Assim como aconteceu na derrota para Jackson Lago em 2006, Roseana Sarney arremessou pratos e esbravejou do alto do seu apartamento de luxo na Península, sobretudo com seu pai. A maior revolta de Roseana foi pelo fato de José Sarney não ter conseguido usar sua influência para forçar um inquérito contra Flávio Dino. A denúncia era a garantia que a ex-governadora estava esperando para disputar as eleições.

Acostumada a ter tudo de mãos beijadas dadas pelo pai, Roseana agora se vê em maus lençóis – e ainda por cima sem a cama hi-tech – tendo que enfrentar um adversário que não possui qualquer mácula contra sua imagem e que está fazendo, em dois anos e meio, o que ela não fez em 16 anos.

A revolta de Roseana é, na verdade, a destruição da única chance que ela teria em um embate com Flávio Dino. Pelo visto, esse foi mais um capítulo do passamento do grupo Sarney no Maranhão.

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