sexta-feira, 1 de dezembro de 2017
O governador do Maranhão, Flávio Dino, detonou a herança que recebeu da oligarquia Sarney após 50 anos de poder no Maranhão. “É como ir morar em uma casa cheia de problemas. tem problema de encanação, de instalação elétrica, tem problema no piso, na parede.. Muitos maltratos fizeram com que eu recebesse a casa nessas condições”, afirmou em entrevista por telefone à Rádio Cultural FM de Lago da Pedra.
Como uma casa, segundo ele, foi necessário ir reformando ao mesmo tempo em que se mova nela. “A gente tem de ir reformando a casa, e como todo mundo sabe, não pode ser de uma vez só, porque tem gente morando dentro”, afirmou. “Temos de reformar com zelo, progressivamente, estamos fazendo uma reforma para que fique uma casa boa”.
Dino citou, como exemplo, o que sua gestão tem feito para superar os péssimos indicadores deixados pela “Era Sarney” em duas áreas, segurança e educação.
Segurança
Na Segurança Pública, Dino lembrou que recebeu o Maranhão com o menor número de policiais do Brasil. “Já contratei 3000 policiais e estamos fazendo concurso público novamente. Não chegamos ao patamar que nós queremos, mas tivemos uma queda nos índices de criminalidade exatamente pela maior presença da polícia”, sintetizou.
Educação
No setor da educação pública, Dino fez questão de ressaltar o papel do programa Escola Digna, que vem reformando, reconstruindo e construindo escola em todas as regiões do estado. A meta do governo é erradicar todas as escolas de taipa ou palha no Maranhão, marcas de um passado oligárquico. “Nós tínhamos uma educação muito ruim. Escolas em situação difícil, precária. Nós fizemos o programa Escola Digna, que vem reformando essas escolas para que nós melhoremos a educação”, salientou.
Dino foi leve na entrevista. Ele não citou a chacina dentro do Presídio de Pedrinhas em 2014, que deixou mais de 60 detentos mortos, e que, no auge da crise na penitenciária, o governo Roseana Sarney (PMDB) licitou mais de R$ 1 milhão para abastecer o Palácio dos Leões com “regalias imperiais”: a compra de lagosta, camarão, salmão e sorvete.
Nesta sexta-feira (1º), foi publicado no Diário Oficial do Estado, o edital do concurso público do Departamento Estadual de Trânsito do Maranhão (Detran-MA). As inscrições começam às 10:00, do dia 11 de dezembro, e vão até 14:00, de 18 de janeiro. O concurso visa o preenchimento de 170 vagas: 168 para o cargo de assistente de trânsito e duas vagas para analista de trânsito.

O cargo de assistente de trânsito é para os candidatos com nível médio ou técnico, o custo da inscrição é R$ 90,00 (noventa reais), com remuneração inicial de R$ 1.400,00 (hum mil e quatrocentos reais); já para o cargo de analista de trânsito, é preciso ter nível superior completo em qualquer área, inscrição no valor de R$ 140,00 (cento e quarenta reais), e remuneração inicial de R$4.400,00 (quatro mil e quatrocentos reais).

A Diretora Geral do Detran-MA, Larissa Abdalla, destaca que o concurso é uma ferramenta democrática de ingresso na carreira de servidor público. O edital prevê vagas para pessoa com deficiência e isenção da taxa de inscrições de acordo com a Lei. “Não paga pela inscrição, os cidadãos que comprovarem que estão desempregados, doadores de sangue e medula óssea, e os eleitores que trabalham voluntariamente como mesários nas eleições”, reforça Larissa.

As provas serão aplicadas nas cidades de São Luís, Caxias e Imperatriz no dia 18 de março de 2018. Pela manhã, serão as provas para os candidatos ao cargo de assistente de trânsito, e pela tarde, as provas do cargo de analista de trânsito. O edital está disponível para consulta no site do Diário Oficial do Estado (www.diariooficial.ma.gov.br) e no site da organizadora do concurso, a Fundação Carlos Chagas (www.concursosfcc.com.br).
O desembargador Raimundo Melo determinou, nesta sexta-feira (1), o retorno de José Vieira Lins à prefeitura de Bacabal, cassando os efeitos de decisão proferida pelo decano do Tribunal de Justiça.
“O decano do TJMA olvidou-se de que por regra inserta no Regimento Interno da Corte de Justiça o vice-presidente só pode decidir sobre reclamações por inadequação ou irregularidade na distribuição e por desatendimento às regras de prevenção de órgão julgador ou de desembargador enquanto os autos não estiverem conclusos ao relator, porque, nesse caso, as reclamações só podem ser decididas pelo próprio relator, como, inclusive, segundo também sustentou em sua decisão liminar, já entendeu o próprio decano em processo anteriormente julgado”, afirmou Raimundo Melo ao deferir a liminar.
Raimundo Melo disse que, ao conceder a liminar determinando o retorno do prefeito José Vieira ao cargo, apenas seguiu as regras regimentais aplicáveis. “Em outros termos, o decano da Corte não poderia haver decidido pelo afastamento do prefeito de Bacabal porque não tinha competência para fazê-lo, nos termos do Regimento Interno”, ressaltou.
Príncipe George tem apenas quatro anos e é o terceiro
na linha de sucessão ao trono Foto: Chris Jackson/Getty Images
Líder da Igreja Anglicana da Escócia disse que assim o casamento homossexual seria aceito no Reino Unido.

Um padre escocês causou polêmica ao pedir orações que para que o príncipe George, filho de William e Kate Middleton, de apenas quatro anos, seja homossexual. De acordo com Kelvin Holdsworth, reitor da Catedral de Glasgow, isto ajudaria a tornar normal o casamento entre pessoas do mesmo sexo. Ele fez a proposta em seu blog, nesta sexta-feira (1º).

– [Existe] a opção de rezar, na privacidade de seus corações (ou, em público, caso se atrevam), para que o Senhor abençoe o príncipe George com o amor, quando crescer, de um bom jovem cavalheiro – sugeriu o religioso.

Ainda em seu texto, Holdsworth, figura importante da Igreja Episcopal da Escócia, afirma que, somente com o exemplo da família real, o casamento homoafetivo vai se tornar aceitável para a população.

– Um casamento real ajudará a solucionar as coisas de maneira incrivelmente fácil, apesar de termos que esperar 25 anos para que isso aconteça – justificou o padre.

A Igreja Anglicana da Escócia, ao contrário da inglesa, permite o casamento entre pessoas do mesmo sexo.
A sugestão de Holdsworth gerou indignação diversos religiosos. Em entrevista ao Christian Today, Gavin Ashenden, ex-capelão da rainha Elizabeth II, bisavó de George, declarou que a proposta do padre escocês é “desagradável e desestabilizadora, e equivale a uma maldição”. O religioso completou, afirmando que todos esperam que George ocupe o trono “e produza um herdeiro biológico com uma mulher a quem ame”.

Rádio Timbira

banner: radio timbira

Contatos

Whatsapp: 98-988916524


E-mail: folhadomunicipio@hotmail.com

Facebook

Navigation