segunda-feira, 6 de agosto de 2018
A campanha pelo governo do Maranhão se reduziu a seis candidatos: Flávio Dino (PCdoB), Roseana Sarney (MDB), Roberto Rocha (PSDB), Maura Jorge (PSL), Ramon Zapata (PSTU) e Odívio Neto (PSOL).

Mas é óbvio que a disputa em si se resume a quatro candidatos, numa espécie de três contra um pela possibilidade de um segundo turno.

É preciso deixar claro que, sem desmerecimento aos candidatos da ultra-esquerda, apenas três adversários podem, de fato, impedir que Flávio Dino possa ganhar um novo mandato. Os três principais adversários de Flávio Dino precisam somar mais de 50% dos votos para impedir que o comunista vença em primeiro turno.

A ex-governadora Roseana Sarney surge como a principal adversária do governador comunista e leva consigo pelo menos 1/3 do eleitorado, podendo avançar durante a campanha.

Os outros dois adversários de maior estrutura – Maura Jorge e Roberto Rocha – devem dividir outro 1/3 do adversário, somados aos dois candidatos da ultra-esquerda.

O resultado disso é que Flávo Dino terá que desenrolar se não quiser evitar os dois turnos na eleição de governador, o que não ocorre no estado desde as eleições de 2010.

E um segundo turno, qualquer que seja o seu resultado, já é uma derrota para qualquer governador em primeiro mandato. Sobretudo para os que pregaram a mudança de todos os conceitos ao assumir o mandato, caso do comunista maranhense. Do blog do Jorge Aragão

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