sábado, 8 de setembro de 2018
Foto postada por filho de Jair Bolsonaro mostra candidato
sentado em poltrona do Hospital Albert Einstein,
em São Paulo (Foto: Reprodução/Twitter/Flavio Bolsonaro)
Em foto postada hoje pelo filho, candidato aparece sentado. Agressor de Bolsonaro ficará isolado em cela de 7m² em MS

Candidato está internado no Hospital Albert Einstein se recuperando de facada levada em ato de campanha em Juiz de Fora (MG). Ele já foi colocado sentado.
Por G1 SP
Jair Bolsonaro, candidato à Presidência pelo PSL, “mantém-se consciente e em boas condições clínicas” na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Albert Einstein, informou boletim médico divulgado na manhã deste sábado (8). Ele foi movimentado do leito para uma poltrona.

O presidenciável está internado desde sexta-feira (7) no hospital na Zona Sul de São Paulo se recuperando de uma facada levada durante ato de campanha no Centro de Juiz de Fora (MG), na tarde de quinta (6).

De acordo com o boletim, não houve intercorrência nas últimas 24 horas. “Os exames de imagem e laboratoriais realizados durante avaliação médica mostraram resultados estáveis. Encontra-se em boas condições cardiovascular e pulmonar, sem febre ou outros sinais de infecção.”

Ainda de acordo com o boletim, o candidato “mantém jejum oral, recebendo nutrientes por via endovenosa”. “Está mantida a continuidade no tratamento clínico com boa evolução, sem necessidade de procedimento no momento”, completa o comunicado, assinado pelos médicos Antônio Luiz Macedo, Leandro Santini Echenique e Miguel Cendoroglo.

Nesta tarde, Flávio Bolsonaro, um dos filhos do presidenciável, postou nas redes sociais uma foto do pai sentado em uma poltrona na UTI.

O boletim anterior, divulgado na tarde de sexta, afirmou que "o tratamento iniciado anteriormente em Juiz de Fora (MG) está sendo continuado", e que ele estava "consciente e em boas condições clínicas".

Em sua conta no Twitter, Bolsonaro afirmou que está bem e se recuperando e agradeceu à família e aos médicos.

Bolsonaro diz em rede social que está bem
Segundo a cúpula do Einstein, os principais riscos que serão monitorados são pneumonia (pois o candidato ficou muito tempo em choque e perdeu cerca de 2 litros de sangue) e infecção (por causa do vazamento de massa fecal na cavidade abdominal).

A previsão de internação é de sete a dez dias. A retomada das atividades só deve ocorrer em 20 dias.

Pós-operatório
Bolsonaro estava internado na Santa Casa de Juiz de Fora, em Minas Gerais, onde passou por uma cirurgia após o ataque que sofreu (entenda a operação ao final da reportagem).

Jair Bolsonaro segue com quadro estável na UTI do Hospital Albert Einstein em São Paulo

O médico do Albert Einstein que foi a Juiz de Fora, o gastroenterologista Antonio Luiz de Vasconcellos Macedo, gravou um vídeo em que elogiou a equipe da Santa Casa.

“O deputado já estava acordando, já estava bem consciente, ele recebeu pouca transfusão de sangue em função do grave sangramento que ele teve. E hoje, apresentando melhora, nós optamos, juntamente com a equipe de Juiz de Fora, trazê-lo para cá e vamos continuar o tratamento dele no Hospital Israelita Albert Einstein”, acrescentou na sexta.

A transferência foi feita via aérea, em um avião UTI, na manhã de sexta, até Congonhas. De lá, o candidato foi levado pelo Helicóptero Águia, da Polícia Militar paulista, até o Palácio dos Bandeirantes, sede do governo estadual e vizinha do hospital. Uma ambulância do próprio Einstein o levou do palácio ao centro médico.

Agressor de Bolsonaro é transferido para presídio federal em Mato Grosso do Sul
Agressor transferido
O responsável pelo atentado, Adélio Bispo, foi transferido em um avião da Polícia Federal (PF) na manhã deste sábado (8) de Juiz de Fora para um presídio federal em Campo Grande (MS). A transferência foi determinada pela Justiça Federal durante a audiência de custódia, na tarde desta sexta-feira (7).

A PF abriu um inquérito para investigar o caso e já indiciou Adélio Bispo por "atentado pessoal por inconformismo político".

Em depoimento, ele afirmou que deu a facada em Bolsonaro "a mando de Deus", segundo boletim de ocorrência.

Adélio também disse que agiu sozinho, sem ajuda de partido político ou empresa. Policiais federais consideraram o depoimento do suspeito como declarações de uma pessoa conturbada. Sua defesa alega insanidade mental.

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