domingo, 14 de janeiro de 2018
Governador Flávio Dino

Em artigo deste domingo (14), o governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB), comparou o Maranhão do passado com o Maranhão de hoje. Ele avaliou e comentou pesquisa recente feita pelo G1 que coloca o governo do Estado em destaque por conta das promessas de campanha cumpridas pelo chefe do Executivo.

Abaixo, o artigo do governador na íntegra.

Maranhão em primeiro lugar

Por Flávio Dino

Há quatro anos, o nosso Estado era destaque dos principais jornais e TVs do Brasil e do mundo. Infelizmente, não por um bom motivo, e sim por sucessivas rebeliões sangrentas em Pedrinhas e ataques violentos nas ruas. Enquanto isso, o governo de então, alheio a tudo, usava dinheiro público para banquetes, champanhes e lagostas. Graças a Deus, por decisão do povo do Maranhão, esse momento ficou no passado.

Hoje temos um governo sério, que é novamente destaque nacional, desta vez por um bom motivo. Figuramos no topo do ranking nacional de governos mais eficientes elaborado pelo site G1, o portal de notícias da Rede Globo. O critério usado pelo veículo é monitorar quem mais cumpre as promessas que fez em período eleitoral.

O Governo de Todos Nós figura em primeiro entre as 27 unidades da federação. E não só. É também a gestão que mais cumpre efetivamente as promessas de campanha entre todos os 60 gestores avaliados no Brasil.

Essa vitória é resultado de uma filosofia de vida: transformar em atos minhas palavras para que elas se convertam em exemplo vivo. “É viva a palavra quando são as obras que falam”, já dizia Santo Antônio.

É fruto também de uma filosofia de governo: mesmo em meio à maior crise da história do Brasil nos últimos 100 anos, é preciso que o Estado cumpra seu papel. É por isso que o Governo do Maranhão vai até onde o povo está, oferecendo serviços públicos que melhorem a vida de quem mais precisa.

É assim que estamos cumprindo as metas às quais nos colocamos na campanha de 2014. É o caso das ações na área da saúde, fazendo funcionar hospitais de verdade em todas as regiões do estado. Também aumentamos a relação de médicos por habitante no Maranhão, como tínhamos nos comprometido, com a Força Estadual de Saúde (Fesma) e outras ações. E aumentamos os centros de apoio a pessoas com deficiência, como foi o caso da Casa Ninar, que inauguramos na antiga Casa de Veraneio do governador, usada antes para banquetes e festanças.

Na educação, estamos tomando as medidas que prometi, com o “Sim, Eu Posso!”, que está alfabetizando jovens e adultos nas áreas rurais do Maranhão. E com as reformas das unidades de ensino com o programa Escola Digna, que já chegaram a mais da metade da rede estadual.

Estamos aumentando o número de policiais militares, como foi meu compromisso de campanha. E também implementamos ações para ampliar a transparência da gestão pública – o que fez nossa gestão saltar da última para a 1ª posição no ranking nacional elaborado pelo Governo Federal.

Esse resultado é esforço de toda a equipe de servidores e colaboradores, pois o governo nº 1 só pode ser resultado do esforço coletivo de milhares de pessoas. O melhor governo do Brasil é de Todos Nós. É feito por todos que acreditamos que o Maranhão é destinado a ser grande e que não é patrimônio de três famílias que se revezam no poder. E que se achavam donas de tudo nesse solo, e se comportam como prepotentes coronéis e jagunços, a exemplo do que tristemente vimos nesta semana, quando da inauguração de trecho da BR-135. Mas não adianta gritar. O passado passou mesmo.
O Imparcial – Após um curto recesso, o governador Flávio Dino está de volta ao comando do estado e já terá de pensar na continuidade de seu governo nos seis meses que antecedem as eleições de 2018.

Não é estranheza que secretários de estado e presidentes de órgãos estaduais demonstrem interesse em concorrer ao pleito. Os interessados deverão se afastar dos cargos até o mês de abril, o que poderá causar certa dor de cabeça ao governador Dino. De acordo com levantamento feito pelo jornal O Imparcial, 24% dos atuais secretários deverão concorrer este ano. Além deles, pelo menos outros três gestores também já comunicaram a Flávio Dino sobre suas ambições políticas.
Nos corredores do Palácio dos Leões, os nomes de sete secretários já são dados como certos nas eleições de outubro. Inclusive, os gestores já até comunicaram esse desejo ao governador que, até agora, não definiu os respectivos substitutos.

No fim do ano passado, Dino, inclusive, se reuniu com jornalistas em entrevista coletiva e garantiu que as mudanças em seu secretariado aconteceriam somente após o carnaval, na segunda quinzena de fevereiro. Tanto que o governador adota cautela para escolher os novos secretários.

A lista dos “secretários pré-candidatos” é encabeçada por Márcio Jerry, secretário de Comunicação e Articulação Política (Secap). O próprio Jerry, em conversa com a reportagem de O Imparcial, deixou claro que as definições sobre aqueles que irão assumir as pastas estão estagnadas neste momento. O gestor responsável pela Secap confirmou que as mudanças ocorrerão somente no mês que vem.

Márcio Jerry, inclusive, será candidato a deputado federal. Do secretariado atual, outros dois gestores dão como certa a participação do pleito para a Câmara Federal. São eles: Simplício Araújo (Indústria, Comércio e Energia – Seinc) e Julião Amin (Trabalho e Economia Solidária – Setres). Amin, inclusive, foi eleito deputado federal na eleição passada e tentará continuar com sua vaga em Brasília.

Assembleia Legislativa

Para a disputa por um lugar na Assembleia Legislativa, pelo menos quatro secretários do governo do estado vão tentar a sorte nas urnas em outubro. Deputado estadual licenciado e titular da Secretaria do Desenvolvimento Social (Sedes), Neto Evangelista buscará sua reeleição.

Quem também vai estar na disputa para voltar à Assembleia é o ex-deputado estadual Marcelo Tavares, que já foi, inclusive, presidente da Casa. Experiente, o chefe da Casa Civil do governo tem boas chances de ser eleito e, nos bastidores, comenta-se que sua intenção é ser eleito novamente presidente do parlamento estadual. Essa possibilidade seria vista com bons olhos pelo Palácio dos Leões.

Outros dois secretários estaduais que vão tentar ocupar uma das 42 cadeiras da Assembleia Legislativa pela primeira vez são Márcio Honaiser (Agricultura, Pecuária e Pesca – Sagrima) e Adelmo Soares (Agricultura Familiar – SAF). Este último, em maio do ano passado, foi pivô de um mal-estar com os atuais deputados estaduais. O titular da SAF chegou a dar explicações no plenário da Casa sobre uma suposta utilização do cargo para se beneficiar nas eleições em 2018.

Na disputa

Além dos sete secretários estaduais que já comunicaram que irão concorrer nas eleições deste ano, o governador Flávio Dino já sabe que deverá se preocupar com a substituição de gestores em pelo menos três órgãos estaduais: Agência Metropolitana (Agem), Comissão Central de Licitação (CCL) e o Procon.

Os presidentes destes três órgãos serão candidatos em 2018. Presidente da Agem, o vereador licenciado Pedro Lucas Fernandes sinalizou que estará na briga pela Câmara Federal, substituindo o próprio pai, deputado Pedro Fernandes. Em entrevista a O Imparcial, no fim de 2017, Pedro Lucas afirmou estar pronto para se tornar deputado federal. “A experiência no parlamento municipal exercida nos últimos anos me faz sentir preparado. Por isso, coloco meu nome à disposição do povo maranhense no pleito eleitoral de 2018”, disse à época.

O presidente do Procon, Duarte Júnior, também estará na eleição, só que concorrerá a deputado estadual. Considerado um dos gestores mais midiáticos do governo Flávio Dino, Duarte Júnior tem se destacado com sua atuação pelo estado ao inaugurar várias unidades fixas do Viva/Procon e por levar os serviços do órgão para localidades de menor IDH. Prova disso é que o trabalho de Duarte à frente do órgão é alvo de elogios por parte do governador.

Haverá, ainda, um terceiro presidente de órgão estadual que já manifestou interesse em participar do pleito para deputado. Trata-se de Odair José Santos, presidente da CCL.

Diminuição de secretários

Em julho do ano passado, especulava-se um número maior de secretários que seriam candidatos. No entanto, alguns nomes não vingaram. Exemplo claro é o do secretário de Segurança Pública (SSP), Jefferson Portela, que desistiu de disputar o pleito no fim do ano passado. Outro secretário que estaria certamente na eleição seria o ex-titular da Secretaria de Esporte e Lazer (Sedel), Márcio Jardim. Jardim saiu do governo bem antes e, agora, tenta viabilizar uma candidatura do PT para o Senado.

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