sábado, 17 de fevereiro de 2018
Mesa Diretora da Câmara Municipal de Raposa. Foto: Nonato Aguiar - Jornal Folha do Município  
Mesa Diretora da Câmara Municipal de Raposa abre os trabalhos legislativo de 2018 focada nas prestações de contas de ex-gestores, a começar pelas contas do ex-prefeito Erinaldo Lima, exercício 2003 com parecer prévio  do Tribunal de Contas do Estado - PL - TCE Nº402/2006 pela desaprovação das contas...

Os trabalhos da nova legislatura na Câmara de Vereadores de Raposa, foram reabertos na manhã desta sexta-feira (16/02/2018), em sessão solene que lotou plenário dá câmara.
Os trabalhos foram conduzidos pelo vereador e presidente da casa, Beka Rodrigues(PCdoB), que falou da responsabilidade em conduzir o legislativo: "Hoje foi a abertura dos trabalhos, além da sessão solene que realizamos, fizemos ao mesmo tempo tempo logo uma Sessão Ordinária, onde foram debatidos vários encaminhamentos que serão objetos de pauta de execução, de benefícios para o nosso município de Raposa; e, dentre essas ações da Câmara Municipal, nós demos hoje continuidade da análise das contas do ex-prefeito Erinaldo," disse.     

A I Sessão Ordinária, da II Sessão Legislativa, da 6ª Legislatura de abertura do 1º semestre do ano de 2018, contou com  a presença de nove vereadores: 
Beka
Josivaldo
Joaquim
Laurivan
Enoque
Vonei
Wagner Fernandes
Rosa
Eliene

Além de assessores e funcionários da Casa de Leis, sociedade e profissionais da imprensa, marcaram presença secretários municipais:  Chaves, (secretário municipal de Administração e Planejamento), João Gabina de Oliveira, (Procurador-geral do Município), Tatiana Lisboa Santana, (secretária de saúde), Zélia Maria Moreira Mendonça Pereira, (secretária de educação), Fabricio de Sousa Oliveira, o “Diovo,” (secretário de infra-estrutura), Djalma Fonseca Silva, (secretário de esporte), Edson Duarte, (secretário de turismo), Irmão Edson, (chefe de gabinete da prefeita), e o ex-prefeito José Lací.  
Horário de verão termina neste fim de semana; moradores de 10 estados e DF devem atrasar o relógio em 1 hora
Ajuste deve ser feito por moradores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
Por G1

O horário de verão, em vigor desde outubro do ano passado, acaba na primeira hora deste domingo (18). À meia-noite entre sábado e domingo, os moradores de 10 estados e do Distrito Federal devem atrasar o relógio em uma hora.

O ajuste vale para as regiões Sudeste, Sul e Centro-Oeste (São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Distrito Federal).

Com isso, o horário no leste do Amazonas e nos estados de Roraima e Rondônia fica 1 hora "atrasado" em relação a Brasília, enquanto oeste do Amazonas e Acre ficam 2 horas atrás.

Economia de energia
O horário de verão foi instituído com o objetivo de economizar energia no país em função do maior aproveitamento do período de luz solar.

A medida foi usada pela primeira vez em 1931 e depois em outros anos, sem regularidade. Em 2008, ganhou caráter permanente e passou a vigorar do terceiro domingo de outubro até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.

O governo federal chegou a avaliar o fim do horário de verão neste ano, depois que um estudo do Ministério de Minas e Energia indicou que o programa vem perdendo efetividade. A análise mostrou que a intensidade de consumo de energia elétrica estava mais ligada à temperatura do que ao horário, com picos nas horas mais quentes do dia.

Porém, o Brasil enfrenta um período de estiagem, com hidrelétricas com níveis de água reduzidos, o que vem obrigando o governo a ligar as termelétricas (de operação mais cara) e até mesmo a importar energia de outros países.

Começa mais tarde
O presidente Michel Temer acabou editando um decreto que reduz a duração do horário de verão, e não o elimina. Assim, neste ano, ele começará em 4 de novembro, um fim de semana após o segundo turno das eleições, marcado para 28 de outubro.

A mudança foi um pedido do presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Gilmar Mendes, para evitar atrasos na apuração dos votos e na divulgação dos resultados do pleito. Um dos exemplos citados pelo tribunal foi o Acre, onde as urnas são fechadas três horas depois de a contagem de votos já ter sido iniciada nas regiões Sul, Sudeste e parte do Centro-Oeste.

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