quinta-feira, 16 de agosto de 2018
A definição das candidaturas e a formação das chapas proporcionais reforçou a tese de que a presença feminina na Assembleia Legislativa do Maranhão deve aumentar a partir de 2019.
Atualmente, há seis deputadas na atual legislatura: Ana do Gás (PCdoB), Andrea Murad (PR), Francisca Primo (PCdoB), Graça Paz (PSDB), Nina Melo (MDB) e Valéria Macedo (PDT).
Dessas, duas estão fora: Graça Paz e Nina Melo serão substituídas na disputa, respectivamente, por Guilherme Paz (PSDB) e Arnaldo Melo (MDB).
Mas as candidatas com potencial de conseguir se eleger devem suprir essa “falta” e ainda garantir o aumento da base feminina em 50%.
São cinco as favoritas:
Andreia Rezende (DEM) – esposa do deputado Stênio Rezende (DEM), ela substituirá o marido, condenado pela Justiça Federal e, portanto, inelegível (saiba mais). Deve “herdar” os votos da família.
Cleide Coutinho (PDT) – ex-deputada estadual, tenta retornar ao mandato depois da morte do marido, ex-presidente da Assembleia, Humberto Coutinho. Tem potencial para sair praticamente eleita da Região dos Cocais.
Daniella Tema (DEM) – esposa do atual prefeito de Tuntum e presidente da Famem, Cleomar Tema (PSB), deve sair com boa votação da região de Barra do Corda até Presidente Dutra.
Detinha (PR) – apontada como favorita para ser a candidata mais votada na eleição deste ano, vai tentar ocupar a vaga do marido, Josimar de Maranhãozinho (PR), que agora é candidato a deputado federal.
Tentando permanecer
Além das cinco “novatas”, tentarão renovar os mandatos Ana do Gás (PCdoB), Andrea Murad (PR), Francisca Primo (PCdoB) e Valéria Macedo (PDT).
Se todas se elegerem – e se não houver surpresas – a Casa terá nove deputadas a partir de 2019. Do blog do 

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