terça-feira, 18 de setembro de 2018
Álvaro Dias, Amoêdo e Meirelles têm 2% cada; Daciolo, 1%; Vera, Boulos, Goulart Filho e Eymael não pontuaram. Veja os números completos, a rejeição e as simulações de 2º turno.
Álvaro Dias (Podemos), João Amoêdo (Novo) e Henrique Meirelles (MDB) têm 2% cada um; Cabo Daciolo (Patriota), 1%; Guilherme Boulos (PSOL), Vera (PSTU), João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) não pontuaram.
Por G1
Ibope divulga nova pesquisa de intenção de votos para presidente

O Ibope divulgou nesta terça-feira (18) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 2.506 eleitores entre domingo (16) e terça-feira (18).

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Os resultados foram os seguintes:
Jair Bolsonaro (PSL): 28%
Fernando Haddad (PT): 19%
Ciro Gomes (PDT): 11%
Geraldo Alckmin (PSDB): 7%
Marina Silva (Rede): 6%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
João Amoêdo (Novo): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Cabo Daciolo (Patriota): 1%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
Guilherme Boulos (PSOL): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 14%
Não sabe/não respondeu: 7%
Pesquisa Ibope – 18 de setembro – evolução da intenção de voto para presidente — Foto: Arte/G1 Pesquisa Ibope – 18 de setembro – evolução da intenção de voto para presidente — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope – 18 de setembro – evolução da intenção de voto para presidente — Foto: Arte/G1

Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na terça-feira (11):

Jair Bolsonaro oscilou positivamente dois pontos, indo de 26% para 28%;

Haddad cresceu 11 pontos percentuais, passando de 8% para 19%;

Ciro manteve os mesmos 11%;

Alckmin oscilou negativamente, indo de 9% para 7%;

Marina foi de 9% para 6%;

Os indecisos se mantiveram em 7% e os brancos ou nulos caíram de 19% para 14%.

Rejeição
O Instituto também perguntou: "Dentre estes candidatos a Presidente da República, em qual o (a) sr. (a) não votaria de jeito nenhum? Mais algum? Algum outro?".

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Os resultados foram:
Bolsonaro: 42%
Haddad: 29%
Marina: 26%
Alckmin: 20%
Ciro: 19%
Meirelles: 12%
Cabo Daciolo: 11%
Eymael: 11%
Boulos: 10%
Alvaro Dias: 10%
Vera: 9%
Amoêdo: 9%
João Goulart Filho: 8%
Poderia votar em todos: 2%
Não sabe/não respondeu: 9%
Pesquisa Ibope – 18 de setembro – evolução da taxa de rejeição — Foto: Arte/G1 Pesquisa Ibope – 18 de setembro – evolução da taxa de rejeição — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope – 18 de setembro – evolução da taxa de rejeição — Foto: Arte/G1

Simulações de segundo turno
Haddad 40% x 40% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 5%)
Pesquisa Ibope – 18 de setembro – simulação de 2º turno Haddad x Bolsonaro — Foto: Arte/G1 Pesquisa Ibope – 18 de setembro – simulação de 2º turno Haddad x Bolsonaro — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope – 18 de setembro – simulação de 2º turno Haddad x Bolsonaro — Foto: Arte/G1

Ciro 40% x 39% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 6%)
Pesquisa Ibope – 18 de setembro – simulação de 2º turno entre Ciro e Bolsonaro — Foto: Arte/G1 Pesquisa Ibope – 18 de setembro – simulação de 2º turno entre Ciro e Bolsonaro — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope – 18 de setembro – simulação de 2º turno entre Ciro e Bolsonaro — Foto: Arte/G1

Alckmin 38% x 38% Bolsonaro (branco/nulo: 18%; não sabe: 6%)
Pesquisa Ibope – 18 de setembro – simulação de 2º turno entre Alckmin x Bolsonaro — Foto: Arte/G1 Pesquisa Ibope – 18 de setembro – simulação de 2º turno entre Alckmin x Bolsonaro — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope – 18 de setembro – simulação de 2º turno entre Alckmin x Bolsonaro — Foto: Arte/G1

Bolsonaro 41% x 36% Marina (branco/nulo: 18%; não sabe: 5%)
Pesquisa Ibope – 18 de setembro – simulação de 2º turno entre Bolsonaro e Marina — Foto: Arte/G1 Pesquisa Ibope – 18 de setembro – simulação de 2º turno entre Bolsonaro e Marina — Foto: Arte/G1
Pesquisa Ibope – 18 de setembro – simulação de 2º turno entre Bolsonaro e Marina — Foto: Arte/G1
Sobre a pesquisa
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 2.506 eleitores em 177 municípios
Quando a pesquisa foi feita: 16 e 18 de setembro
Registro no TSE: BR-09678/2018
Nível de confiança: 95%
Contratantes da pesquisa: TV Globo e "O Estado de S.Paulo"
Sessão da Segunda Turma do STF analisou o processo que investigava o senador Renan Calheiros por peculato — Foto: Rosinei Coutinho/STF
Político renunciou à presidência do Senado quando escândalo veio à tona, em 2007. Depois, foi acusado pela PGR de desviar dinheiro de verba indenizatória.
Segunda Turma do STF absolve Renan Calheiros da acusação de peculato em ação do caso Mônica Veloso
Senador foi acusado de peculato por suspeita de desviar dinheiro de verba indenizatória. Segundo MP, fraude ocorreu quando Renan tentou justificar recursos para pagar pensão de filha.
Por Mariana Oliveira e Luiz Felipe Barbiéri, TV Globo e G1, Brasília

A Segunda Turma do Supremo Tribunal Federal decidiu nesta terça-feira (18), por unanimidade (quatro votos a zero), absolver o senador Renan Calheiros (MDB-AL) da acusação de peculato (apropriação de dinheiro público).

Três ministros entenderam que não há provas para condenação do parlamentar: Luiz Edson Fachin, Celso de Mello e Ricardo LewandowskI. O ministro Gilmar Mendes considerou que não houve crime.

A ministra Cármen Lúcia, que também integra a Segunda Turma, não participou de sessão.

Em nota divulgada após a sessão, Renan disse que o resultado o fez "acreditar na Justiça e seguir em frente" (veja íntegra da nota ao final desta reportagem).

A ação penal foi aberta a partir do caso Mônica Veloso. Em 2007, o senador foi alvo de acusações de que uma empreiteira pagava a pensão da filha que ele teve com a jornalista.

Na época, Renan respondeu processo no Conselho de Ética e renunciou à Presidência do Senado.

De acordo com denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República em 2013, ao tentar comprovar que tinha recursos para pagar a pensão da filha, Renan prestou informações falsas ao Senado.

Ele foi acusado de fraudar um empréstimo de uma locadora de veículos em Maceió (AL) para justificar o dinheiro usado no pagamento da pensão.

Ainda segundo a PGR, Renan usou dinheiro da verba indenizatória do Senado, entre janeiro e julho de 2005, para pagar a locadora sem que a empresa tivesse prestado serviço.

Transporte de gado
Na época, o senador também apresentou notas fiscais e comprovantes de transporte de gado para provar que tinha renda para pagar a pensão.

Em relação a esses documentos, Renan foi acusado dos crimes de falsidade ideológica e documento falso. No entanto, o Supremo não aceitou a denúncia sobre esse tema, porque entendeu que houve prescrição.

Isso ocorre quando se passa muito tempo após o suposto cometimento do crime – no caso, junho de 2007 – e a lei extingue a punição.

Voto do relator
Segundo Fachin, apesar de haver indícios de irregularidades, restaram dúvidas sobre o desvio da verba indenizatória.

"O conjunto tem sim indícios que não se transformaram em prova capaz de gerar o édito condenatório (...) Nesse caso, a Procuradoria-Geral da República não provou sem o limite de dúvida necessário o desvio de verba indenizatório destinado ao mandato parlamentar", afirmou o ministro.

Em um voto de mais de uma hora, Fachin citou diversos depoimentos dados na ação penal para afirmar que há contradição entre as testemunhas do processo, como funcionários da locadora de veículos.

"Os depoimentos prestados na instrução da ação penal mostram-se contraditórios em pontos cruciais no que dizem respeito à despesa de locação de veículo para verba indenizatória. Os funcionários declinaram informações genéricas. O cenário fático, de ônus probatório, coloca em xeque a efetiva prestação de serviços", disse ele.

Conforme o ministro, os depoimentos indicam o pagamento em espécie pelo serviço, o que não é usual. Mas frisou que isso não indica irregularidade.

Votos de outros ministros
Revisor da ação penal, o ministro Celso de Mello também considerou que não há provas para confirmar as acusações.

"O ônus da prova, a autoria, materialidade, demonstração da relação de causalidade entre conduta e resultado, é exclusivamente de quem acusa. A insuficiência da prova penal, existente nos autos, não pode legitimar um juízo de certeza que possa autorizar a condenação do réu."

O ministro Gilmar Mendes acompanhou os demais e criticou denúncias apresentadas sem provas.

"Temos que ter muito cuidado. Imaginemos que o tribunal tivesse afastado o presidente do Senado e agora viéssemos a dizer que foi um pequeno equívoco nosso. Um pequeno descuido, que a gente estava desprevenido. É preciso redobrar a cautela com denúncias."

Mendes disse que trata-se de um "fato vexatório" porque começou há mais de 10 anos. "Está provado que não houve o crime. De fato esse é um caso vexatório."

Acusação x defesa
No início da sessão, falou o subprocurador Juliano Baiocchi, em nome do Ministério Público. Ele pediu que Renan Calheiros fosse condenado pelo crime de peculato porque, na tentativa de tentar demonstrar alto rendimento, o senador não conseguiu comprovar a aplicação devida de dinheiro da verba indenizatória.

O advogado Luis Henrique Machado, que falou em nome do senador Renan Calheiros, negou qualquer irregularidade e afirmou que a denúncia teve viés político. Afirmou que é um caso "doloroso" para o parlamentar e disse que todas as notas fiscais apresentadas são regulares.

"É um processo muito doloroso do ponto de vista pessoal. O senador Renan Calheirso teve a vida devassada em razão dessa questão, de uma filha que teria recebido pensão alimentícia paga por terceiro", disse.

"Este processo ficou dormitando no Ministério Público em 2008, 2009, 2010, 2011, 2012 e 2013. E justamente na semana em que ele concorria à presidência do Senado Federal, o doutor Gurgel atravessou uma denúncia, que ganhou o viés de interferir na disputa política daquela casa", completou o advogado.

Veja a íntegra da nota divulgada por Renan Calheiros:

Esse julgamento encerrou um momento muito difícil de perseguição e acusações sem provas do ministério público contra mim.

Por causa dessa ação, tornaram-me réu, quase fui afastado da presidência do Senado e fui retirado da linha sucessória da Presidência da República.

Foi um massacre pessoal, familiar, moral, psicológico e institucional.

Ouvir dos ministros que o caso foi vexatório, que custou muito para a imagem do Senado e do país, me faz acreditar na justiça e seguir em frente.

Mas a quem responsabilizar pelas injustiças sofridas?

Renan Calheiros
De surpresa, a cantora Marília Mendonça vai fazer um show na Praça Nauro Machado, no Centro Histórico de São Luís, nesta terça-feira (18). A artista visitou o local do evento hoje pela manhã.

Segundo informações preliminares, o show faz parte do projeto “Te Vejo em Todos os Cantos”. Durante a apresentação, Marília fará a gravação de músicas para o seu novo DVD.
Uma mulher morreu e quatro pessoas ficaram feridas após acidente registrado nesta segunda-feira (17) no quilômetro 190 da BR-222. Ela foi identificada como Maria Luiza da Conceição Silva, de 47 anos, que estava no banco dianteiro, bateu a cabeça no para-brisa e morreu no local.
O motorista do veículo GM/Celta de placas HLB 5818 perdeu o controle da direção do veículo quando passava pela curva da localidade conhecida como Cigana, município de Itapecuru-Mirim.
O condutor levou pancadas no corpo e ficou gravemente ferido. Três menores, um de 14, um de 11 e uma jovem de idade não informada tiveram ferimentos leves.
Pelas informações passadas ao blog, Maria Luiza residia no bairro Vila Janaína, em São Luís, era evangélica e deixa três filhos menores. Ela havia ido visitar parentes no interior.
Os ocupantes transitavam de Pirapemas e Vargem Grande com destino à capital maranhense. A Polícia investiga se um defeito mecânico na roda dianteira teria provocado o acidente.
Com informações da PRF
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
O TRE-MA indeferiu hoje (17) o pedido de registro de candidatura do ex-deputado Ricardo Murad (PRP).
A corte entendeu que não deveria liberar a candidatura porque Murad foi declarado inelegível pela Justiça Eleitoral em Coroatá – em decisão depois confirmada pelo próprio TRE (reveja).
Apesar da derrota, o ex-parlamentar conseguiu uma vitória: derrubou uma ação do PCdoB, que pretendia que ele parasse de fazer campanha.
Os juízes eleitorais entenderam, no entanto, que como ainda cabem recursos tanto contra a declaração de inelegibilidade, quanto contra o indeferimento do pedido de registro, Ricardo pode continuar fazendo campanha. Do blogue do 
Na madrugada desta segunda-feira (17), na rodovia estadual que liga os municípios de Sucupira do Norte e Mirador, populares avistaram um veículo caído em uma ribanceira com a sinaleira ligada. Ao se aproximarem, avistaram duas pessoas no interior do veículo.
Os ocupantes foram identificado como Dr. Francisco, que estava com algumas fraturas, e Jesus Vieira, esposa do secretário de finanças de Sucupira do Norte.
A mulher chegou a ser socorrida, mas não resistiu aos ferimentos e faleceu antes de chegar ao hospital de Mirador. Do blogue do 
5º GP São Luis de ciclismo. 4ª etapa do campeonato maranhense de ciclismo. 
"Agradecer a Deus, pois sem Ele nada seriamos. Agradecer a minha equipe Helio Peças, Edcarlos, Marculino, Tamires, Correa e Pereira que fez um ótimo trabalho em equipe.  1º lugar na competição! Tinha muito vento, mas fiz uma boa prova graças ao apoio da equipe e a organização está de parabéns," agradeceu a ciclista raposense Irislene Silva, conhecida na Raposa, por Pipoca. 
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) atendeu na manhã de sábado (15), no km 235 da BR-316, entre Zé Doca e Bom Jardim/MA, um acidente tipo colisão lateral que deixou oito pessoas feridas.
A ocorrência se deu por volta das 9h20, momento em que um dos condutores teria feito manobra irregular por falta de atenção à condução e o veículo teria colidido lateralmente com outro e atingido um terceiro.
Os veículos envolvidos foram um Hyundai/Hb20S 1.6A Comf, do município de Santa Inês/MA, sendo que o motorista, de 65 anos, ficou ferido gravemente; uma van Fiat/Ducato Minibus, do município de Maracaçumé/MA, com sete ocupantes com ferimentos leves, sendo que o condutor não se feriu; e um caminhão M.Benz/L 1620, do município de Ananindeua/PA, conduzido por um homem de 25 anos, que não se feriu.
Os feridos que precisaram de atendimento foram levados para o hospital de Bom Jardim.
Fonte: PRF
Por unanimidade, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) deferiu o registro de candidatura do governador Flávio Dino neste domingo (16). À frente de uma coligação de 16 partidos, Dino busca a reeleição tendo como vice novamente Carlos Brandão. As duas candidaturas foram deferidas pelo tribunal.

Os desembargadores não reconheceram a validade da ação do deputado Edilázio, do grupo Sarney, que alegou que Dino não poderia concorrer pelo fato de seu vice, Carlos Brandão, ter assumido a vaga a menos de 6 meses antes da eleição.

“É um caso de substituição, não de sucessão”, deixou claro o desembargador Wellington Castro, que é justamente “a atribuição do vice”.

Com a decisão, unânime, foi afastada qualquer possibilidade de cassar o registro do governador Flávio Dino ou de seu vice Carlos Brandão, ameaça que chegou a ser veiculada pelos sarneysistas.
domingo, 16 de setembro de 2018
Recebida por milhares de pessoas que caminharam com ela pelas ruas da Vila Lobão, a candidata a governadora Roseana Sarney afirmou neste sábado (15), em Imperatriz, que acabará com a perseguição aos trabalhadores e com a alta carga tributária implantada pelo atual governo no Maranhão. Ao lado do prefeito Assis Ramos, do candidato a vice-governador Ribinha Cunha, dos candidatos ao Senado, Edison Lobão (MDB) e Sarney Filho (PV), deputados federais e estaduais, ela ressaltou que Imperatriz terá atenção especial do seu governo, que trará de volta os programas sociais e adotará medidas para retomar o desenvolvimento do estado.
“Não é a mim que o governador persegue quando acaba com todos os programas sociais que criamos em nosso governo. É ao povo que ele persegue. Mas nós vamos trazer de volta o Viva Luz, o Viva Água, o Programa do Leite, e o Primeiro Emprego, além de criar o Viva Gás. Vamos governar para o povo e não contra os mais pobres”, afirmou Roseana. Ela também condenou a apreensão de veículos, o aumento de impostos e o crescimento do desemprego ocorrido no estado nos últimos quatro anos. “Mas com a ajuda de todos vamos mudar essa realidade de sofrimento”, enfatizou.

Assis Ramos destacou que o trabalho que tem realizado em Imperatriz será fortalecido com Roseana no Governo do Estado. “Vamos eleger Roseana não por ela, mas por cada um de nós, por Imperatriz e por todo o Maranhão”; discursou o prefeito. “Assis tem realizado um ótimo trabalho como prefeito e nosso vice é um grande empresário desta cidade. Com o apoio deles, realizaremos importantes investimentos em Imperatriz”, afirmou Roseana.

Ribinha Cunha disse que Imperatriz e a região tocantina abraçam cada vez mais a candidatura de Roseana. “Hoje tivemos mais uma demonstração do apoio do povo e a gente fica feliz com as várias manifestações de incentivo à nossa campanha. Imperatriz cresceu muito com Roseana. Ela trouxe a industrialização, permitiu a geração de emprego e renda, nossa região se transformou. Juntos, faremos muito mais”, afirmou.

A multidão que participou da caminhada até o Terraço Show ouviu atentamente e aprovou as propostas de Roseana. Ela reafirmou que vai devolver veículos apreendidos e ainda não leiloados; parcelará o IPVA em até oito vezes; investirá no asfaltamento de ruas e na atração de empresas para Imperatriz; reduzirá o ICMS para pequenos e médios comerciantes; investirá na oferta de cursos profissionalizantes para os jovens. “Nossas propostas vão gerar emprego e renda. Além disso, vamos fazer com que os serviços de saúde funcionem e dar mais qualidade à educação do nosso povo”, finalizou Roseana.

Geone D’Ávila Menezes, funcionário público, fez questão de acompanhar a ex-governadora em sua passagem por Imperatriz. “Voto em Roseana, porque é empreendedora, boa administradora, fez muito pelo Maranhão e, agora, com a parceria do prefeito Assis Ramos, vai fazer muito mais por Imperatriz e por todo o estado”, declarou.
Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência, segue na UTI
Candidato do PSL passou por cirurgia na última quarta-feira, a 2ª depois de facada que levou em Juiz de Fora. Boletim médico da noite deste sábado cita quadro clínico 'estável e sem intercorrências'.
Por G1 SP

O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, publicou neste sábado (15) em sua conta no Twitter a primeira foto após a cirurgia pela qual passou na última quarta-feira no Hospital Israelita Albert Einstein, na Zona Sul de São Paulo.

A foto mostra o candidato deitado em uma maca com os olhos fechados e as pernas cruzadas, e foi publicada com a frase "Deus no comando!" acompanhada da bandeira do Brasil. Segundo a assessoria de imprensa do candidato, ele estava repousando depois de fazer fisioterapia.

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Jair Bolsonaro 1️⃣7️⃣
@jairbolsonaro
 Deus no comando! 🇧🇷

4:22 PM - Sep 15, 2018
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Bolsonaro está internado no Einstein desde 7 de setembro, um dia após ele sofrer ataque com facada no abdômen durante ato de campanha e passar por cirurgia em Juiz de Fora (MG). A cirurgia desta quarta-feira foi a segunda a qual ele foi submetido. A primeira foi em juiz de Fora, no dia do ataque.

Em outro tuíte deste sábado, o candidato do PSL compartilhou mensagem do ministro do Interior italiano, Matteo Salvini. "Toda a minha solidariedade a @jairbolsonaro gravemente ferido", diz o post do ministro, em italiano.
Neste sábado, Bolsonaro fez fisioterapia com caminhadas e exercícios de respiração. A equipe médica avalia que, depois de duas cirurgias de grande porte, a recuperação dele está dentro do esperado.

A expectativa é que o intestino do candidato volte a funcionar no início da semana. Quando isso ocorrer, os médicos vão retirar a sonda, e o candidato deverá voltar a se alimentar pela boca.

Boletim médico
Boletim médico de Jair Bolsonaro divulgado pelo Hospital Israelita Albert Einstein — Foto: Reprodução

Na noite deste sábado (15), boletim médico divulgado pelo hospital informa que o quadro clínico de Bolsonaro "segue estável e sem intercorrências". O comunicado diz ainda que o candidato continua em jejum e recebendo nutrientes pela veia.

"Não apresenta febre ou outros sinais de infecção e realizou os exercícios de fisioterapia com boa tolerabilidade", diz o documento. Bolsonaro permanece na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Mais cedo neste sábado, outro boletim médico do hospital informava que Bolsonaro está recebendo medidas de prevenção de trombose venosa.

"Hoje prosseguirá com sessões de fisioterapia, incluindo exercícios respiratórios e de fortalecimento muscular", termina o comunicado divulgado na manhã deste sábado.

Cirurgia de quarta-feira
Na noite de quarta, o Hospital Albert Einstein informou que Bolsonaro teve "distensão abdominal progressiva e náuseas", e precisou passar por uma tomografia no abdômen. O exame identificou presença de aderência obstruindo o intestino delgado. Segundo o hospital, a solução do problema era cirúrgica.

Em uma das três perfurações sofridas no intestino delgado, formou-se uma fístula, um pequeno orifício, que provocou inflamação e gerou o quadro de aderência, que é uma obstrução intestinal.

De acordo com médicos especialistas, a aderência (ou a união de dois tecidos do corpo) ocorreu em decorrência da cicatrização interna em áreas que sofreram incisão cirúrgica, no caso, o procedimento realizado logo após a facada.
sexta-feira, 14 de setembro de 2018
Pesquisa Datafolha: Bolsonaro, 26%; Ciro, 13%; Haddad, 13%; Alckmin, 9%; Marina, 8%
Alvaro Dias (Podemos), João Amoêdo (Novo) e Henrique Meirelles (MDB) têm 3% cada um; Cabo Daciolo (Patriota), Guilherme Boulos (PSOL) e Vera (PSTU), 1% cada um. João Goulart Filho (PPL) e Eymael (DC) não pontuaram.
Por G1
Datafolha divulga terceira pesquisa de intenção de votos para presidente

O Datafolha divulgou nesta sexta-feira (14) o resultado da mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial. A pesquisa ouviu 2.820 eleitores entre quinta (13) e sexta-feira (14).

O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Os resultados foram os seguintes:

Jair Bolsonaro (PSL): 26%
Ciro Gomes (PDT): 13%
Fernando Haddad (PT): 13%
Geraldo Alckmin (PSDB): 9%
Marina Silva (Rede): 8%
João Amoêdo (Novo): 3%
Henrique Meirelles (MDB): 3%
Alvaro Dias (Podemos): 3%
Cabo Daciolo (Patriota): 1%
Vera Lúcia (PSTU): 1%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 13%
Não sabe/não respondeu: 6%
Datafolha - 14 de setembro - evolução da intenção de votos para presidente — Foto: Arte/G1 Datafolha - 14 de setembro - evolução da intenção de votos para presidente — Foto: Arte/G1
Datafolha - 14 de setembro - evolução da intenção de votos para presidente — Foto: Arte/G1

Em relação ao levantamento anterior do instituto, divulgado na segunda-feira (10):

Jair Bolsonaro atingiu 26% das intenções de voto, uma variação positiva de dois pontos;
Haddad cresceu de 9% para 13%, o mesmo percentual de Ciro, que se manteve nos 13% do levantamento anterior;
Alckmin, que oscilou de 10% para 9%, está no limite do empate técnico com Haddad e Ciro;
Marina, que foi de 11% para 8%, tem agora metade das intenções de voto que tinha após registro das candidaturas, em agosto (16%).

Rejeição
O Instituto também perguntou: "Em quais desses candidatos... você não votaria de jeito nenhum no primeiro turno da eleição para presidente deste ano?"

Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Vamos aos números:

Bolsonaro: 44%
Marina: 30%
Haddad: 26%
Alckmin: 25%
Ciro: 21%
Vera: 19%
Cabo Daciolo: 18%
Eymael: 17%
Boulos: 17%
Meirelles: 17%
Alvaro Dias: 16%
João Goulart Filho: 14%
Amoêdo: 15%
Rejeita todos/não votaria em nenhum: 4%
Votaria em qualquer um/não rejeita nenhum: 2%
Não sabe: 5%
Datafolha - 14 de setembro - evolução da rejeição na intenção de votos para presidente — Foto: Arte/G1 Datafolha - 14 de setembro - evolução da rejeição na intenção de votos para presidente — Foto: Arte/G1
Datafolha - 14 de setembro - evolução da rejeição na intenção de votos para presidente — Foto: Arte/G1

Simulações de segundo turno

Marina 43% x 39% Bolsonaro (branco/nulo: 16%; não sabe: 2%)
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Marina x Bolsonaro — Foto: Arte/G1 Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Marina x Bolsonaro — Foto: Arte/G1
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Marina x Bolsonaro — Foto: Arte/G1

Ciro 40% x 34% Alckmin (branco/nulo: 23%; não sabe: 3%)
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Ciro x Alckmin — Foto: Arte/G1 Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Ciro x Alckmin — Foto: Arte/G1
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Ciro x Alckmin — Foto: Arte/G1

Alckmin 41% x 37% Bolsonaro (branco/nulo: 19%; não sabe: 2%)
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Alckmin x Bolsonaro — Foto: Arte/G1 Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Alckmin x Bolsonaro — Foto: Arte/G1
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Alckmin x Bolsonaro — Foto: Arte/G1

Alckmin 39% x 36% Marina (branco/nulo: 23%; não sabe: 2%)
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Alckmin x  Marina — Foto: Arte/G1 Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Alckmin x  Marina — Foto: Arte/G1
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Alckmin x Marina — Foto: Arte/G1

Ciro 45% x 38% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 2%)
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Ciro x  Bolsonaro — Foto: Arte/G1 Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Ciro x  Bolsonaro — Foto: Arte/G1
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Ciro x Bolsonaro — Foto: Arte/G1

Alckmin 40% x 32% Haddad (branco/nulo: 25%; não sabe: 3%)
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Alckmin x  Haddad — Foto: Arte/G1 Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Alckmin x  Haddad — Foto: Arte/G1
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Alckmin x Haddad — Foto: Arte/G1

Bolsonaro 41% x 40% Haddad (branco/nulo: 17%; não sabe: 2%)
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Bolsonaro x Haddad — Foto: Arte/G1 Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Bolsonaro x Haddad — Foto: Arte/G1
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Bolsonaro x Haddad — Foto: Arte/G1

Ciro 44% x 32% Marina (branco/nulo: 22%; não sabe: 2%)
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Ciro x Marina — Foto: Arte/G1 Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Ciro x Marina — Foto: Arte/G1
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Ciro x Marina — Foto: Arte/G1

Marina 39% x 34% Haddad (branco/nulo: 25%; não sabe: 2%)
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Marina x Haddad — Foto: Arte/G1 Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Marina x Haddad — Foto: Arte/G1
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Marina x Haddad — Foto: Arte/G1

Ciro 45% x 27% Haddad (branco/nulo: 25%; não sabe: 2%)
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Ciro x Haddad — Foto: Arte/G1 Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Ciro x Haddad — Foto: Arte/G1
Datafolha - 14 de setembro de 2018 - Simulação de segundo turno entre Ciro x Haddad — Foto: Arte/G1

Sobre a pesquisa
Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos
Entrevistados: 2.820 eleitores em 197 municípios
Quando a pesquisa foi feita: 13 e 14 de setembro
Registro no TSE: BR 05596/2018
Nível de confiança: 95%
Contratantes da pesquisa: TV Globo e "Folha de S.Paulo"
Nesta sexta-feira (14), os comunistas e seus asseclas comemoram a divulgação de uma pesquisa com números fora da realidade, e a maior prova de que esses números não condizem com o atual momento, é justamente a postura adotada por alguns aliados de Flávio Dino.

É impressionante como mesmo os comunistas afirmando que vão vencer as eleições no 1º Turno com extrema facilidade, seguem tão incomodados com a entrevista da candidata do MDB, Roseana Sarney, à TV Mirante. O incomodo é tamanho que alguns descaradamente até distorcem o que foi dito pela ex-governadora sobre a Refinaria Premium de Bacabeira, prometida pelo Governo Federal.

Inicialmente é preciso deixar claro que o processo para implantação da Refinaria de Bacabeira foi começado quando o presidente da República ainda era o Lula e Roseana a governadora do Maranhão. Depois disso, por diversas vezes, a ex-presidente Dilma e inúmeros presidentes da PETROBRÁS reafirmaram a instalação da refinaria no Maranhão.

Entretanto, por conta do rombo na PETROBRÁS, o projeto foi escanteado, levando algumas pessoas a enormes prejuízos e destruindo os sonhos de outros tantos.

Quando foi questionada sobre o assunto, durante a entrevista, Roseana foi firme a não titubeou: “O que não foi adiante foi a refinaria, que aliás vamos voltar a brigar pela refinaria. Eu acredito nesse projeto. Mesmo com as condições da Petrobrás ou algum grupo privado. Quando foi feito o estudo da refinaria o Maranhão era o estado melhor localizado e que tinha melhores condições para ter a refinaria aqui”, afirmou.

Ou seja, em nenhum momento Roseana prometeu a instalação da refinaria, até mesmo pelo fato de que essa decisão é da PETROBRÁS e principalmente do Governo Federal.

O que Roseana afirmou, acertadamente, é que se voltar a ser governadora, não ficará inerte diante dessa situação, como ficou o atual governador Flávio Dino (PCdoB). A emedebista prometeu brigar para que a promessa feita pelo Governo Federal seja cumprida, o que seria excelente para o Maranhão e os maranhenses.

Agora imagina se a eleição não estivesse fácil para Flávio Dino, o que essa turma seria capaz de criar e distorcer??? Só que, mais uma vez, o Blog do Jorge Aragão restabelece a verdade dos fatos.

É simples assim.
Dois fenômenos com alto poder de destruição, o furacão Florence e o tufão Mangkhut se formaram ao mesmo tempo no Atlântico e no Pacífico
Gabriela Lisbôa, do R7
Furacão Florence se aproxima dos Estados Unidos
O furacão Florence, que deve chegar aos Estados Unidos na madrugada desta sexta-feira (14), já é considerado “uma fera como nenhuma outra”, segundo a imprensa local. O Serviço Nacional de Meteorologia chama Florence de “tempestade do século” por causa dos estragos que ela pode causar.

Do outro lado do globo, as ilhas que formam o arquipélago das Filipinas também estão ameaçadas. O supertufão Mangkhut deve atingir a costa no sábado com alto poder de destruição.

A diferença entre furacão e tufão é apenas uma questão geográfica. O primeiro se forma no Oceano Atlântico, o segundo no Oceano Pacífico.

No caso de Florence e Mangkhut as diferenças param por aí. Os dois têm cerca de 900 quilômetros de diâmetro e ventos com mais de 200 quilômetros por hora. E fizeram os dois países ficarem em estado de alerta.

Nos Estados Unidos, moradores da Carolina do Norte, primeira região que deve ser afetada, estão fazendo estoques de mantimentos e se preparando para deixar as cidades mais próximas do litoral até tempestade passar.

Nas Filipinas, o governo já enviou equipes de resgate para províncias costeiras de Cagayan e Batanes, onde o tufão deve chegar primeiro.

A meteorologista Heloísa Pereira, da Somar Meteorologia, explica que é comum que furacões e tufões se formem nesta época do ano — inclusive ao mesmo tempo — porque a água dos oceanos está mais quente, o que favorece as baixas pressões atmosféricas.

“Esta ciclogênese é bastante comum entre os meses de junho e novembro em toda a faixa equatorial, é a temporada de tornados que se formam em águas do oceano Pacífico Norte e em águas do oceano Atlântico Norte”, diz.

O furacão Florence se formou no oceano Atlântico Norte e, em poucas horas, passou da classificação 2 para a classificação 4. Ele é considerado o mais intenso a atingir a região no mês de setembro desde 1989, quando o furacão Hugo chegou às carolinas.

Florence deve chegar à costa da Carolina do Norte ainda com classificação 4. Porém, segundo Heloísa, nos próximos dias, enquanto avança pela Costa Leste dos Estados Unidos, ele deve perder intensidade, como é comum para este tipo de fenômeno.
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“Aos poucos, ele vai atingir categoria 3 e depois, no domingo, deve chegar a categoria 2. Na segunda-feira ele já vira uma depressão tropical”, explica a meteorologista.

Apesar de enfraquecer, no decorrer deste trajeto o furacão ainda vai provocar muita instabilidade. O volume de chuva deve, facilmente, passar dos 300 milímetros e a água ainda vai estar acompanhada de ventos bastante intensos, que podem chegar a 220 quilômetros por hora.

Um outro detalhe deixa o Florence ainda mais assustador. Conforme o meteorologista Brandon Miller explicou à CNN, assim que o furacão chegar ao continente, os ventos que o empurram para frente vão deixar de fazer isso, o que significa que o furacão vai ficar muito tempo numa mesma região.

“Do final da quinta-feira até o começo do domingo, Florence vai andar “mais devagar do que o ritmo de uma caminhada” disse o meteorologista. O resultado é que a região das Carolinas deve ter mais de 24 horas de ventos fortes e tempestade. De acordo com Heloísa Pereira, neste momento em que o furacão vai estar praticamente parado, o acúmulo de chuva pode chegar a 600 milímetros.

É mais fácil entender o que isso significa se pensarmos que no último verão a cidade de São Paulo teve 50 dias chuvosos. Somados todos os dias, o volume total de chuva foi de pouco mais de 570 milímetros, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia.

Quando o furacão passar a costa e se transformar em uma tempestade tropical, deve provocar chuvas que devem acumular entre 40 e 50 milímetros.

O tufão Mangkhut, que vai atingir as Filipinas, está sendo localmente chamado de Ompong e é o mais intenso deste ano em águas do Pacífico. Com classificação 5, a máxina na escala, ele contém ventos de 205 quilômetros por hora e 900 quilômetros de diâmetro.

Quando chegar nas províncias costeiras de Cagayan e Batanes, que ficam no norte do país, na região do Vale Cagayan, deve causar chuvas muito fortes e inundações.

O governo local já se prepara para os possíveis estragos: equipamentos que podem ser usados em reste de vítimas e remoção de entulhos já foram enviados para o local. Moradores já começaram a preparar as casas e, nas ruas, grandes outdoors foram desmontados para minimizar riscos.
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal — Foto: Carlos Moura/STF
Ministro sucederá a atual presidente, Cármen Lúcia; posse está prevista para 13 de setembro. Toffoli foi escolhido porque é o ministro mais antigo em atividade que ainda não presidiu STF.
Por Rosanne D'Agostino , G1, Brasília
O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi eleito nesta quarta-feira (8) para a presidência da Corte pelos próximos dois anos. A eleição é feita entre os próprios ministros do tribunal.

Toffoli foi eleito com dez votos favoráveis e um contrário – é comum que o ministro que assumirá o posto a presidência vote em seu vice. Ele assume em 13 de setembro.

A eleição foi protocolar. O Supremo adota para a sucessão de seus presidentes um sistema de rodízio baseado no critério de antiguidade. É eleito o ministro mais antigo que ainda não presidiu o STF.

O ministro Dias Toffoli foi eleito novo presidente do STF

Também na sessão desta quarta, o ministro Luiz Fux foi eleito vice-presidente do Supremo para o próximo biênio.

Após ser eleito, Toffoli agradeceu aos colegas e afirmou que substituir a atual presidente, ministra Cármen Lúcia, é um "grande desafio", mas ainda assim "muito facilitado", em razão da "gestão tranquila, mesmo com tantas demandas".

"Nesses dois anos em que servi como vice-presidente, Vossa Excelência teve o maior diálogo, me colocando sempre partícipe da gestão", disse.

Perfil
Toffoli está no Supremo desde outubro de 2009, quando sucedeu o então ministro Carlos Alberto Menezes, falecido no mesmo ano.

Ele nasceu em Marília, em 15 de novembro de 1967, e se graduou em Direito em 1990 pela Universidade de São Paulo (USP). É especialista em Direito Eleitoral, foi professor de Direito Constitucional e Direito da Família, e atuou como advogado do Partido dos Trabalhadores.

No governo Lula, trabalhou na Casa Civil entre janeiro de 2003 e julho de 2005, durante o período em que o ex-deputado José Dirceu ocupou o cargo de ministro.

Com a saída de Dirceu do governo, em razão das denúncias de envolvimento com o “mensalão”, Toffoli assumiu a chefia da Advocacia-Geral da União, onde ficou até assumir como ministro no STF.

Sua indicação para o cargo, feita por Lula, foi contestada, pela proximidade que tinha com o então presidente – de quem foi advogado em campanhas eleitorais.

À época, também foi contestado pela falta de títulos acadêmicos – já que não tinha mestrado nem doutorado – e pela pouca idade – quando assumiu a cadeira no Supremo, tinha apenas 41 anos de idade).

Desde 2016, é vice-presidente do Supremo, na gestão da ministra Cármen Lúcia, a quem sucederá.

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